quinta-feira, 23 de abril de 2009

Posted by Eduardo G. Junior In , | No comments
VIAGEM MISSIONÁRIA, APOSTOLO PAULO, ESTUDOS BIBLICOS, TEOLOGIA
Terceira Viagem Missionária. Em sua terceira viagem missionária (c. 52-56 EC), Paulo revisitou Éfeso e trabalhou ali por uns três anos. De Éfeso, escreveu sua primeira carta aos coríntios e, pelo que parece, enviou Tito para ajudar os cristãos ali. Depois de um motim contra ele, instigado pelo prateiro Demétrio, Paulo partiu de Éfeso e dirigiu-se para a Macedônia. Recebendo notícias de Corinto, por meio de Tito, Paulo, na Macedônia, compôs sua segunda carta aos coríntios. Antes de partir da Europa com uma contribuição dos irmãos da Macedônia e da Acaia para os cristãos necessitados em Jerusalém, e mui provavelmente quando estava em Corinto, Paulo escreveu sua carta aos romanos. — At 19:1–20:4; Ro 15:25, 26; 2Co 2:12, 13; 7:5-7.

A caminho de Jerusalém, Paulo discursou em Trôade e ressuscitou Êutico, que morrera acidentalmente. Parou também em Mileto, onde se reuniu com os pastores espirituais da congregação de Éfeso, recapitulou o seu próprio ministério no distrito da Ásia e incentivou-os a imitar seu exemplo. — At 20:6-38.

Prisão. À medida que Paulo prosseguia viagem, profetas cristãos ao longo do caminho prediziam que laços o aguardavam em Jerusalém. (At 21:4-14; compare isso com 20:22, 23.) Estas profecias se cumpriram. Enquanto Paulo estava no templo para purificar-se cerimonialmente, judeus da Ásia incitaram a violência de turbas contra ele, mas soldados romanos resgataram o apóstolo. (At 21:26-33) Ao subir as escadas que davam no quartel, Paulo obteve permissão de falar aos judeus. Assim que mencionou sua comissão de pregar aos gentios, a violência irrompeu novamente. (At 21:34–22:22) No quartel, Paulo foi estirado para ser açoitado, no esforço de se averiguar a natureza de sua culpa. O apóstolo impediu isto trazendo à atenção sua cidadania romana. No dia seguinte, o caso de Paulo foi apresentado ao Sinédrio. Pelo visto percebendo que não teria uma audiência justa, Paulo esforçou-se para criar divisão entre os fariseus e os saduceus, fazendo da ressurreição uma questão em seu caso. Visto que cria na ressurreição e era “filho de fariseus”, Paulo identificou-se como fariseu e, assim, teve êxito em pôr os saduceus, que não criam na ressurreição, contra os fariseus, e vice-versa. — At 22:23–23:10.

Um complô contra o prisioneiro Paulo tornou necessário transferi-lo de Jerusalém para Cesaréia. Alguns dias depois, o sumo sacerdote Ananias, alguns dos anciãos dos judeus e o orador Tértulo foram a Cesaréia para apresentar seu caso contra Paulo perante o governador Félix, acusando Paulo de provocar sedição e de tentar profanar o templo. O apóstolo mostrou que não havia evidência para sustentar as acusações que lhe eram dirigidas. Félix, porém, esperando um suborno, manteve Paulo sob custódia por dois anos. Quando Félix foi substituído por Festo, os judeus voltaram a acusar Paulo. O caso foi ouvido novamente em Cesaréia, e Paulo apelou para César, a fim de impedir que o julgamento fosse transferido para Jerusalém. Mais tarde, depois de expor seu caso perante o Rei Herodes Agripa II, Paulo, bem como alguns outros detentos, foram enviados a Roma, por volta de 58 EC. — At 23:12–27:1.

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