sábado, 6 de junho de 2009

Posted by Eduardo G. Junior In | No comments
JESUS VISITA NICODEMOS, NASCER DE NOVO
Enquanto assiste à Páscoa de 30 EC, Jesus realiza notáveis sinais, ou milagres. Em resultado disso, muitos depositam fé nele. Nicodemos, membro do Sinédrio, o supremo tribunal judaico, fica impressionado e quer aprender mais. Assim, ele visita Jesus na calada da noite, provavelmente temendo que sua reputação junto a outros líderes judaicos fique prejudicada se for visto.

“Rabi”, diz ele, “sabemos que tu, como instrutor, tens vindo de Deus; pois, ninguém pode realizar esses sinais que tu realizas, a menos que Deus esteja com ele”. Em resposta, Jesus diz a Nicodemos que para se entrar no Reino de Deus é preciso “nascer de novo”.

Mas, como pode alguém nascer de novo? “Será que pode entrar pela segunda vez na madre de sua mãe e nascer?”, pergunta Nicodemos.

Não, nascer de novo não significa isso. “A menos que alguém nasça de água e Espírito”, explica Jesus, “não pode entrar no reino de Deus”. Assim, Jesus nasceu “de água e espírito” quando foi batizado e o Espírito Santo desceu sobre ele.

Mediante a declaração acompanhante desde os céus, ‘Este é meu Filho a quem tenho aprovado’, Deus anunciou ter gerado um filho espiritual com a perspectiva de entrar no Reino celestial. Mais tarde, em Pentecostes de 33 EC, outras pessoas batizadas receberão o Espírito Santo e assim também nascerão de novo quais filhos espirituais de Deus.

Mas o papel a ser desempenhado pelo Filho humano especial de Deus é vital. “Assim como Moisés ergueu a serpente no ermo”, diz Jesus a Nicodemos, “assim tem de ser erguido o Filho do homem, para que todo o que nele crer tenha vida eterna”. Sim, do mesmo modo como aqueles israelitas mordidos por cobras venenosas tinham de olhar para a serpente de cobre para serem salvos, assim todos os humanos precisam exercer fé no Filho de Deus, a fim de serem salvos de sua condição moribunda.

Salientando o papel amoroso desempenhado por Yehowah nisso, a seguir Jesus diz a Nicodemos: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” Assim, aqui em Jerusalém, apenas seis meses depois de iniciar seu ministério, Jesus torna claro que ele é o meio providenciado por Yehowah para salvar a humanidade.

Jesus prossegue, explicando adicionalmente a Nicodemos: “Pois, Deus enviou seu Filho ao mundo, não para julgar o mundo”, isto é, não para julgá-lo adversamente, ou para condená-lo, sentenciando a raça humana à destruição. Em vez disso, como diz Jesus, ele foi enviado “para que o mundo fosse salvo por intermédio dele”.

Devido ao temor, Nicodemos procurou Jesus na escuridão da noite. Assim, é interessante que Jesus encerre a palestra, dizendo: “Agora, esta é a base para o julgamento: que a luz [que Jesus personificou em sua vida e nos seus ensinos] veio ao mundo, mas os homens amaram mais a escuridão do que a luz, porque as suas obras eram iníquas. Pois quem pratica coisas ruins odeia a luz e não se chega à luz, a fim de que as suas obras não sejam repreendidas. Mas, quem faz o que é verdadeiro se chega à luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas como tendo sido feitas em harmonia com Deus.” João 2:23-3:21; Mateus 3:16, 17; Atos 2:1-4; Números 21:9.

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