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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Esboço do Evangelho de Marcos

esboço do evangelho de marcosESBOÇO DO EVANGELHO DE MARCOS 

O Evangelho de Marcos é um relato conciso, dinâmico, sobre a vida de Jesus apresentando-o como o Filho de Deus que faz milagres. É o Evangelho mais curto, o terceiro a ser escrito (c. 60-65 EC), evidentemente visando os não-judeus.

Jesus realiza uma vigorosa campanha de pregação do Reino. Jesus é batizado e começa a pregar: “O reino de Deus se tem aproximado.” (1:9-11, 14, 15)

Convida Simão, André, Tiago e João a deixar seu negócio de pesca e a ser seus seguidores. (1:16-21)

Depois de pregar na sinagoga de Cafarnaum, ele passa a pregar em toda a Galiléia. (1:21, 22, 35-39)

Levi, cobrador de impostos, aceita o convite de ser seguidor de Jesus. (2:14-17)

Jesus forma um grupo de 12 apóstolos para pregarem. (3:13-19)

Usa muitas ilustrações ao ensinar sobre o Reino de Deus, para que apenas os merecedores entendam o pleno sentido do que ele diz. (4:1-34)

Jesus encontra falta de fé ao dar testemunho no seu próprio território. (6:1-6)

Ele acelera a pregação por enviar seus apóstolos. (6:7-13)

Sua atividade se estende à Fenícia e a Decápolis. (7:24, 31)

Jesus é transfigurado na glória do Reino. (9:1-8)

Fora de Jerusalém, ele profetiza a respeito da ‘vinda do Filho do homem com grande poder e glória’. (13:1-37)

Na Refeição Noturna do Senhor, Jesus promete que seus seguidores estarão com ele no Reino. (14:12-31)

O Filho de Deus, que faz milagres. Na sinagoga de Cafarnaum, ele liberta um homem da possessão por demônios; depois, cura a sogra de Simão e sara muitos outros de diversas aflições. (1:23-34, 40-42)

Por curar um paralítico, Jesus demonstra seu poder para perdoar pecados. (2:1-12)

Sofredores de todas as partes procuram alívio. (3:1-12)

Depois de acalmar uma tempestade no mar da Galiléia, ele expulsa dum homem demônios e permite a estes entrarem numa manada de porcos. (4:35–5:17)

Cura uma mulher que padece dum fluxo de sangue, e ressuscita a filha de Jairo. (5:21-43)

Depois de alimentar 5.000 com dois peixes e cinco pães, Jesus anda sobre o mar da

Galiléia açoitado pelo vento. (6:35-52)

Expulsa um demônio da filha duma mulher siro-fenícia e cura um surdo que tem um
impedimento de fala. (7:24-37)

Alimenta 4.000 com sete pães; em Betsaida, restaura a vista a um cego. (8:1-9, 22-26)

Dum menino mudo e surdo, Jesus expulsa um demônio que havia resistido aos
discípulos; ele restabelece a vista dum mendigo cego em Jericó. (9:14-29; 10:46-52)

Amaldiçoa uma figueira que subseqüentemente seca. (11:12-14, 20)

Opositores do Filho de Deus não são bem sucedidos. Depois dos esforços de tentação feitos por Satanás no ermo, anjos ministram a Jesus. (1:12, 13)

Quando escribas dos fariseus criticam Jesus por comer com cobradores de impostos e pecadores, ele os refuta. (2:15-17)

Mais tarde, os fariseus objetam que os discípulos dele arranquem espigas de cereal no sábado e que Jesus cure no sábado; juntam-se aos herodianos em querer destruí-lo. (2:23–3:6)

Jesus refuta convincentemente a acusação de expulsar demônios por meio de Satanás. (3:20-30)

O precursor de Jesus, João, o Batizador, é decapitado, mas Jesus continua a ensinar. (6:14-29, 34)

Fariseus e escribas protestam que os discípulos dele desconsideram a tradição referente a lavar as mãos; Jesus expõe a hipocrisia deles e explica a verdadeira fonte de impureza. (7:1-23)

Fariseus interrogam Jesus a respeito do divórcio, a fim de testá-lo, mas sem êxito. (10:1-12)

Principais sacerdotes, escribas e anciãos questionam a autoridade de Jesus depois de ele limpar o templo, mas ele os silencia. (11:15-18, 27-33)

Ele conta a parábola do vinhedo para expor a oposição dos líderes religiosos à vontade de Deus e sua intenção de matar Jesus; esses procuram apoderar-se dele, mas temem a multidão. (12:1-12)

Fariseus e herodianos perguntam a Jesus se é direito pagar impostos a César; sacudeus levantam uma questão difícil a respeito da ressurreição. Todos fracassam em enlaçar Jesus. (12:13-27)

Judas trai Jesus; Jesus é preso e o Sinédrio o julga merecedor da morte; no entanto, ele prediz que se ‘sentará à destra de poder e virá com as nuvens do céu’. (14:1, 2, 10, 11, 32-65)

Pilatos é pressionado para condenar Jesus à morte; Jesus morre na estaca e é sepultado. (15:1-47)

Anjos anunciam a ressurreição de Jesus. (16:1-8)
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