segunda-feira, 20 de julho de 2009

Postado por Eduardo G. Junior Em , | No comments

esboço do livro de neemias
ESBOÇO DO LIVRO DE NEEMIAS

Eventos relacionados com a reconstrução das muralhas de Jerusalém e a subsequente eliminação das práticas erradas entre os judeus.

Abrange um período que começa mais de 80 anos depois do retorno dos judeus do exílio em Babilônia.

As muralhas de Jerusalém são reconstruídas em face de oposição.

Em Susã, Neemias fica sabendo da condição arruinada da muralha de Jerusalém; ele ora a Yehowah em busca de apoio, depois pede ao monarca persa, Artaxerxes, permissão para ir e reconstruir a cidade e sua muralha; Artaxerxes consente. (1:1-2:9)

Chegando a Jerusalém, Neemias inspeciona à noite as muralhas arruinadas; depois, revela aos judeus seu propósito de reconstruí-las. (2:11-18).

Sambalá, Tobias e Gesém — todos estrangeiros — opõem-se à reconstrução; primeiro tentam escárnio, depois conspiram para lutar contra Jerusalém; Neemias arma os trabalhadores, e estes continuam com a construção. (2:19-4:23)

Tramas contra o próprio Neemias fracassam, e a muralha é completada em 52 dias. (6:1-19)

A muralha é inaugurada; na cerimônia, dois coros de agradecimento e cortejos marcham em direções opostas no alto da muralha e se encontram no templo; há muita alegria. (12:27-43)

Os assuntos de Jerusalém são postos em ordem.

Depois de completada a muralha, Neemias torna Jerusalém segura com portões e designa deveres a porteiros, cantores e levitas; encarrega da cidade Hanani e Hananias. (7:1-3)

Neemias empreende fazer um registro genealógico do povo; ele encontra o livro do registro genealógico dos que retornaram de Babilônia junto com Zorobabel; os sacerdotes que não conseguem comprovar sua genealogia são impedidos de atuar ‘até que o sacerdote se ponha de pé com Urim e Tumim’. (7:5-73)

Jerusalém tem pouca população, de modo que se designa por sortes um em cada dez do povo para morar na cidade. (7:4; 11:1, 2)

Fazem-se esforços para melhorar a condição espiritual dos judeus.

Judeus abastados concordam em fazer devoluções aos seus irmãos pobres, aos quais cobraram erroneamente juros sobre empréstimos. (5:1-13)

Numa assembléia pública, Esdras lê a Lei, e certos levitas participam na explicação dela; o povo chora, mas é incentivado a regozijar-se, porque o dia é santo; alegram-se também por compreender o que se leu para eles. (8:1-12)

No dia seguinte, à base da leitura da Lei, o povo fica sabendo da celebração da Festividade das Barracas; acata isso por celebrar a festividade com grande alegria. (8:13-18)

A seguir, realiza-se um ajuntamento durante o qual o povo confessa seus pecados nacionais e reexamina os tratos de Yehowah com Israel; jura também guardar a Lei, refrear-se de casamentos com estrangeiros, e aceitar as obrigações para a manutenção do templo e seus serviços. (9:1-10:39)

Depois da inauguração da muralha, há outra leitura pública da Lei; quando discernem que os amonitas e os moabitas não deviam ser permitidos na congregação, eles separam de Israel “toda a mistura de gente”. (13:1-3)

Após uma prolongada ausência, Neemias retorna a Jerusalém e verifica que as coisas haviam deteriorado; ele purifica os refeitórios, ordena a contribuição de dízimos para o sustento dos levitas e dos cantores, impõe a guarda do sábado e repreende os que se casaram com mulheres estrangeiras. (13:4-30)

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