quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Posted by Eduardo G. Junior In | No comments
MISSIONÁRIO, CAMPO, PROVISÕES, MENSAGEM, MATEUS, EVANGELHO, ESTUDO BIBLICO
Pelo caminho das gentes (v.5). Havia, na Galiléia, cidades gregas que seguiam uma vida separada dos judeus. Os apóstolos haviam de limitar-se às cidades dos judeus. Os samaritanos (v.5). Eles ocupavam a região central da Palestina, entre a Judéia e a Galiléia. Eram descendentes dos povos orientais importados pelos assírios, depois da destruição do reino israelita no norte, que se misturaram com os nativos israelitas. Desde o tempo de Neemias, eram inimigos ferrenhos dos judeus. Cfr. Jo 4.9. A casa de Israel (v.6). Nem no Velho Testamento, nem no Novo, limita-se este termo somente às dez tribos do norte. É chegado o reino dos céus (v.7). Esta era a mensagem tanto de João Batista (ver 3.2 n.) como de Jesus (Mt 4.17). Cintos (v.9). A dobra do cinto servia como bolso para guardar dinheiro. Túnicas (v.10). Gr. chitônas, túnica exterior semelhante à toga romana. Bordão (v.10). Cfr. Mc 6.8, que dá a entender que havia apenas um bordão entre dois. Parece que o Senhor não queria que fossem como viajantes comuns. Digno é o operário do seu alimento (v.10). Eles haviam de depender das ofertas e da hospitalidade daqueles a quem iam pregar. Estas palavras são citadas em 1Tm 5.18, na forma dada por Lucas.

Procurai saber (v.11). No Oriente, era tão comum oferecer hospitalidade que muito provavelmente receberiam muitos convites para serem hospedados; entretanto, eles não deviam aceitar hospedagem da parte dos que rejeitassem sua mensagem. Saudai-a (v.12). A saudação comum era “paz seja convosco”, o que explica o vers. 13. Sacudi o pó dos vossos pés (v.14). Este ato simbólico significava rejeição e condenação. Nem o pó da cidade ímpia havia de permanecer em contacto com eles. Em verdade (v.15) gr. amen, transliteração da palavra hebraica para ,”em verdade”, que dava ênfase ao que segue. Sodoma e Gomorra (v.15). A história da destruição destas cidades se encontra em Gn 19. Ver também Ez 16.49-50; Jd 7. Aplica-se este ensino a Cafarnaum, em Mt 11.23-24. O vers. 16 se refere à mansidão e à vida exteriormente indefesa dos cristãos em face dos seus inimigos no mundo. Prudentes como as serpentes (v.16). Cfr. Gn 3.1, a frase revela quão necessária seria a sabedoria, de vez que a serpente era universalmente considerada a mais prudente de todos os animais. A natureza daquela virtude seria bem diferente, como a seguinte frase indica. Vê-se o exemplo desta sabedoria na prática, em 1Co 9.19-23. É sugestivo que estas qualidades deviam manifestar-se em face da terrível oposição que haviam de encontrar. Com o vers. 17, cfr. Mc 13.9-13; Lc 12.11-12; Lc 21.12-19. Vos será ministrado (v.19). O vers. seguinte revela que isto seria pelo ministério pessoal do Espírito Santo. O irmão (v.21). O grego omite o artigo definido. Os filhos se levantarão (v.21). Esta frase é um resumo de Mq 7.6. Por causa do meu nome (v.22). Porque pertencem a Mim. Aquele que perseverar até o fim será salvo (v.22), isto é, que perseverar numa vida de fé.


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