2009/06/13

Comentário de João 7:15

7:15 - E os Judeus se maravilhavam,… Tanto sobre o assunto e a maneira que se explicava a sua doutrina; era tal, como homem algum havia falado; suas palavras eram tãocomentario do evangelho de João, comentario biblico graciosas, e havia tanta verdade e evidência nelas, e elas eram entregues com tanto poder e autoridade, a ponto deles ficarem perplexos com elas:

Dizendo: como sabe esse homem letras? Ou “as Escrituras”, como a versão Árabe e Persa a verte; que são chamadas “letras sagradas”, 2 Ti 3:15; de acordo com isso, o sentido é que eles estavam surpresos com seus conhecimento das Escrituras, de forma que ele era bem versado nelas, e era capaz de interpretá-las, e dar o verdadeiro significado das Escrituras, de maneira tão plena e clara, como ele fez: ou, ainda mais, o sentido é: como pode esse homem ser tão erudito? De onde vem toda essa sabedoria e toda essa erudição que ele mostra? Como em Mat. 13:54. Assim um homem erudito é em Isaías 29:11 dito ser alguém que יודע הספר, επισταμενος γραμματα, “conhece letras”, como a Septuaginta traduz lá o texto hebraico; mas como Cristo sabia estas coisas, ou podia ser um homem letrado...

Nunca tendo estudado,… Isso os deixou surpresos: ou seja, ele nunca tivera uma educação liberal, mas foi criado para um ofício; ele não foi instruído aos pés de algum Rabino, em nenhum das universidades, ou escolar de erudição; na qual eles tinham absoluta certeza. Os Judeus modernos costumam dizer que ele tinha um mestre; a quem eles, às vezes, chamavam de Elchana,
[1] mas é mais comum mencionarem R. Josué bem Peraquiá:[2] com quem eles dizem que fugiu para Alexandria no Egito, com medo de Jannai, o rei: e um de seus escritores,[3] nesse relato, culpa os evangelistas de falsidade: mas, a quem nós demos acreditar? Nos Judeus que viviam no mesmo tempo de Jesus e sabia de sua educação e modo de vida, ou aqueles que vieram muito tempo depois dele?



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Notas
[1] Toldos Jesu, p. 5.
[2] Juchasin, fol. 159. 1. Ganz Tzemach David, par. 1, fol. 21. 1. & 24.
[3] R. Isaac Chizzuk Emuna, par. 2. c. 46. p. 435.

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