2015/11/13

Estudo sobre Jó 39

Estudo sobre Jó 39


Estudo sobre Jó 39.5

O JUMENTO MONTÊS E O UNICÓRNIO (Jó 39.5-12). O jumento referido é    um animal totalmente diferente do jumento doméstico: ligeiro, gracioso, vivendo em manadas que povoam vastos territórios. Acentua-se a perfeita liberdade em que vive. A sua rapidez e vivacidade são tais que dir-se-ia subitamente libertado do cativeiro. Não é obra do homem. Unicórnio (9). Leia-se “boi selvagem”. Aqui a ênfase põe-se na força e na indomável braveza do animal. Poderá Jó servir-se dele para lavrar a terra como se serve do boi doméstico? Só Um pode dominá-lo: O Deus que o criou.

Estudo sobre Jó 39.13
A AVESTRUZ (Jó 39.13-18). Adote-se, para o vers. 13, a seguinte tradução: “As asas da avestruz batem alegremente; mas são elas plumas e penas de amor?” A última frase é uma alusão à proverbial crueldade da avestruz. Cf. Lm 4.3. Esta ave põe os ovos na areia e às vezes afasta-se deles durante o dia e perde-se. Tal estupidez deu, sem dúvida, origem à crença popular de que ela abandona os ovos para estes chocarem ao sol. Sem temor (16) significa aqui “sem cuidado”. Para a avestruz é indiferente que se perca o produto do seu esforço. O vers. 17 é sugestivo; a sua loucura é atribuída a um ato de Deus. O homem desconhece a razão desse ato; não pode conhecê -lo porque não possui a sabedoria absoluta do Criador, uma sabedoria que abrange todo o universo. O vers. 18 alude à grande velocidade da avestruz.

Estudo sobre Jó 39.19
O CAVALO (Jó 39.19-25). Crinas (19); Leia-se “crinas ondulantes”. Com o vers. 20 compare-se Ap 9.7. A aljava no vers. 23 é a aljava do cavaleiro que, rangendo contra ele, o excita. Não faz caso do som da buzina (24) ou “não pode conter-se ante o som da buzina”.

Estudo sobre Jó 39.26
O GAVIÃO E A ÁGUIA ( Jó 39.26-30 ). Para o sul (26) refere-se à emigração do pássaro para o sul quando chega o inverno. É particularmente vívida a descrição das características e hábitos da águia. Jó, inteiramente alheio à criação destas maravilhas, é de novo lembrado da sua impotência e fragilidade humanas.

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