2015/12/07

Comentário de Salmos — Matthew Henry

Comentário de Salmos — Matthew Henry

Comentário de Salmos — Matthew Henry 


Livro I 
Livro II 
Livro III 
Livro IV 
Livro V

Davi é o autor da maioria dos salmos; porém, é evidente que alguns foram compostos por outros escritores, e ainda existem dúvidas sobre quem foram os autores de alguns deles. Não obstante, todos eles foram escritos por inspiração do Espírito Santo. Nenhuma outra parte do Antigo Testamento é mais frequentemente citada ou referida no Novo Testamento, do que o livro dos Salmos. Cada salmo dirige-se diretamente a Cristo, seja para a sua pessoa, seja o seu caráter ou ofícios, ou pode conduzir a Ele os pensamentos dos crentes. Os salmos são a linguagem do coração do crente, seja para lamentar-se pelo pecado, seja para expressar a sede que sente pela presença de Deus, ou regozijar-se nEle. Nas ocasiões em que estivermos carregados de aflições, quando lutamos contra as tentações, ou triunfamos na esperança ou no gozo da libertação; seja quando admiramos a perfeição divina, ou estejamos agradecidos ao Senhor por suas misericórdias; seja quando meditamos em suas verdades ou nos deleitamos em seu serviço.

Os salmos formam uma norma de vida divinamente estabelecida, pela qual podemos julgar a nós mesmos. O valor destes é muito grande a partir deste ponto de vista, e a sua utilização aumentará com o crescimento da verdadeira fé no coração. O Espírito Santo nos ajuda a orar quando utilizamos as expressões do salmista. Se nos familiarizarmos com os salmos em todas as nossas petições perante o trono da graça, ou em nossas confissões ou ações de graça, poderemos ser assistidos por eles. Qualquer que seja a devota emoção que nos embargue, um desejo piedoso ou uma santa esperança, tristeza ou gozo, nos salmos podemos encontrar as palavras de consolo, um falar que não pode ser condenado. Na linguagem deste livro divino, têm sido elevadas ao trono da graça as orações e os louvores da Igreja, século após século.

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