2009/07/14

Entendimento — Estudos Bíblicos

estudo biblico sobre entendimento
Entendimento

As palavras das línguas originais traduzidas por “entendimento”, podem referir-se à compreensão de algo bem simples, ou podem descrever o pleno e profundo reconhecimento da natureza interna, das razões subjacentes e do significado de assuntos complexos. A perspicácia, o discernimento e a percepção estão intimamente relacionados com o entendimento.

O verbo hebraico bin e o substantivo bináh são mais freqüentemente relacionados com entendimento. Às vezes, bin e bináh podem mais particularmente destacar os aspectos específicos do discernimento (1Sa 3:8; 2Sa 12:19; Sal 19:12; Da 9:2), de se dar refletida consideração (De 32:7; Pr 14:15; 23:1; Je 2:10; Da 11:37) ou atenção (Jó 31:1; 32:12; 37:14; Sal 37:10) a um assunto, e podem ser traduzidos assim. O professor R. C. Dentan, escrevendo em The Interpreter’s Dictionary of the Bible (O Dicionário Bíblico do Intérprete; editado por G. Buttrick, 1962, Vol. 4, p. 733), diz: “A raiz כין [bin] significa primariamente ‘discernir com os sentidos’, ‘perceber diferenças’, daí, ‘prestar detida atenção a’, e, por fim — especialmente nos radicais derivados — ‘obter compreensão’ ou ‘dá-la’ a outros.” O hebraísta Gesenius dá o sentido básico como “separar, distinguir; . . . por isso, discernir, notar, entender, termos que [todos] dependem da capacidade de separar, de distinguir, de discriminar”. (A Hebrew and English Lexicon of the Old Testament [Léxico Hebraico e Inglês do Velho Testamento], traduzido para o inglês por E. Robinson, 1836, p. 140) Outro substantivo, tevunáh, deriva da mesma raiz que bináh, e pode ser apropriadamente traduzido “discernimento” (Pr 10:23; 11:12) ou “entendimento” (Êx 31:3; De 32:28), conforme o contexto.

O significado básico destes termos revela que a pessoa de entendimento é aquela que consegue penetrar num assunto e discernir sua composição por separar os fatores ou aspectos individuais que o compõem ou que atuam juntos para formar um todo, daí, perceber então a relação entre eles e assim compreender ou captar a significância ou o sentido do assunto. Pode-se ilustrar isso por meio duma língua. Para alguém entender o que se fala em certa língua, ele precisa poder distinguir as palavras individuais que compõem as sentenças, conhecer o significado delas e ver que relação têm entre si. (De 28:49) Não obstante, mesmo que alguém compreenda basicamente o que se lhe diz, o entendimento pode também ir além de tal compreensão simples; significa que ele capta a verdadeira significância e sentido da mensagem, podendo assim avaliá-la, beneficiar-se dela e saber que ação requer. Quando Esdras, o sacerdote, leu a Lei diante do povo em Jerusalém, “todos os suficientemente inteligentes [do hebr: bin] para escutar” foram reunidos. Embora estes possuíssem mente amadurecida, capaz de entender todas as palavras, os levitas “explicavam a lei ao povo [instruindo o povo na lei, ou dando entendimento (uma forma de bin)], . . . [lendo] alto no livro, na lei do verdadeiro Deus, fornecendo-se esclarecimento e dando-se o sentido dela; e continuaram a tornar a leitura compreensível”. — Ne 8:2, 3, 7, 8.

Nas Escrituras Gregas, “entendimento”, com o sentido de percepção, obter o sentido dum assunto, é representado especialmente pelo verbo syníemi (literalmente: juntar) e o substantivo aparentado sýnesis. Outros termos são e·pí·sta·mai, significando basicamente “conhecer bem”, e ginósko, que significa “conhecer, saber”.

I. Fonte do Entendimento.

Yehowah tanto é a Fonte do entendimento como o Exemplo Supremo do seu uso. A esplêndida coordenação e o funcionamento do universo, no qual cada criação serve determinado propósito harmonioso, sem choques ou problemas resultantes da falta de discernimento por parte do seu Criador, manifestam o entendimento de Deus. (Jó 38:36; Sal 136:5-9; Pr 3:19, 20; Je 10:12, 13) Deus deu aos animais um entendimento instintivo, a cada um segundo a sua espécie. Os homens talvez gastem anos em compreender a aerodinâmica, mas o falcão instintivamente sabe “ler” e utilizar os diferentes tipos de correntes de ar. (Jó 39:26) Os animais, porém, não possuem certos outros aspectos de entendimento peculiares ao homem. — Veja Sal 32:9.

Apesar de intensivas pesquisas feitas no decorrer dos séculos, muitos aspectos e ciclos que operam segundo leis divinas ainda escapam da plena compreensão do homem. (Jó 36:29; 38:19, 20) Aquilo que os homens podem compreender do seu estudo da criação material apenas se aproxima ‘das beiradas dos caminhos de Deus’, e é apenas um “sussurro” em comparação com um “poderoso trovão”. Isto se aplica ainda mais às obras de julgamento e de salvação de Deus, visto que seus pensamentos são profundos demais para pessoas ímpias compreenderem. (Jó 26:7-14; Sal 92:5, 6) O exame da sabedoria e do entendimento divinos manifestados na criação material, porém, habilitou Jó a discernir sua relação correta para com o Criador e a reconhecer humildemente sua própria falta de entendimento. — Jó 42:1-6.

No que se refere ao homem, Yehowah pode esquadrinhar os pensamentos e as ações de toda a humanidade (1Cr 28:9; Sal 139:1-6), e, segundo a sua vontade, ‘dá refletida consideração’ (hebr.: bin) ou atenção a pessoas e a classes. (Pr 21:12; Sal 5:1, 2) Ele conhece o Seu próprio propósito invencível e sabe o que fará no futuro. Suas normas justas são fixas, imutáveis. Por isso, “não há sabedoria, nem discernimento, nem conselho em oposição a Yehowah”. (Pr 21:30; compare isso com Is 29:13, 14; Je 23:20; 30:24.) Ele não precisa consultar ninguém para entender um assunto, tal como de que maneira ajudar seus servos eficazmente ou de como aliviá-los da aflição e da opressão. — Is 40:10-15, 27-31.

O conhecimento de Deus e o discernimento da Sua vontade, juntos com fé e confiança, portanto, constituem a base de todo o verdadeiro entendimento por parte de todas as Suas criaturas inteligentes. “O conhecimento do Santíssimo é o que é entendimento”, e isto inclui entender “a justiça, e o juízo, e a retidão, o curso inteiro do que é bom”. (Pr 9:10; 2:6-9; 16:20) Nenhum assunto de real importância pode ser plenamente entendido a menos que todos os fatores sejam encarados do ponto de vista de Yehowah e vistos na sua relação com as normas, as qualidades e o eterno propósito dele.

II. Os que se desviam da Fonte.

Quem se volta para a transgressão começa a desconsiderar a Deus como fator a tomar em consideração na hora de fazer decisões e planos. (Jó 34:27) Alguém assim permite que seu coração o cegue para com o erro dos seus caminhos e ele perde a perspicácia. (Sal 36:1-4) Mesmo afirmando que adora a Deus, ele coloca os preceitos dos homens acima dos de Deus; prefere-os. (Is 29:13, 14) Racionaliza e desculpa sua conduta desenfreada como mero “divertimento” (Pr 10:23), e torna-se pervertido, brutal, estúpido no seu raciocínio, a ponto de presumir que o Deus invisível não enxerga ou discerne a transgressão dele, como se os poderes de percepção de Deus tivessem falhado. (Sal 94:4-10; Is 29:15, 16; Je 10:21) Ele diz, na realidade, pelo seu proceder e pelas suas ações: “Não há Yehowah” (Sal 14:1-3) e ‘não o leva em conta’. Não se guiando por princípios divinos, ele não consegue julgar as coisas corretamente, não enxerga as questões de modo claro, não avalia os fatores envolvidos e não chega a decisões certas. — Sal 28:5.

III. Campos de Entendimento Humano.

O entendimento, ou a compreensão, pode relacionar-se com conhecimento e habilidade em atividades mecânicas, tais como a construção e a projeção de edifícios ou a fabricação de objetos de madeira, metal, pedra e tecidos. O trabalhador tírio Hirão era “homem hábil, experiente em compreensão [ou entendimento]” como artífice que trabalhava com uma ampla gama de materiais. (2Cr 2:13, 14; 1Rs 7:13, 14) Tal entendimento contribui para um trabalho eficaz, resultando em produtos de qualidade duradoura.

Outros talvez sejam “peritos [forma de bin]” em questões de transportes ou música, por causa do seu entendimento. (1Cr 15:22; 25:7, 8; 2Cr 34:12) Alguns talvez demonstrem ter entendimento em linguística, em redação ou em outros assuntos eruditos. (Da 1:4, 17, 20) Tal entendimento pode ser obtido por habilidades naturais e esforços. Naturalmente, o espírito de Deus pode aumentar ou incrementar tal entendimento nas pessoas e habilitá-las a ensinar a outros suas artes e profissões. — Êx 31:2-5; 35:30-35; 36:1; 1Cr 28:19.

Alguns talvez tenham vivo discernimento da natureza humana, sendo observantes e capazes de chegar a uma conclusão. Davi, notando a maneira em que seus servos sussurravam, ‘compreendeu’ que o filho que teve com Bate-Seba tinha morrido. (2Sa 12:19) Roboão guiou-se pelo seu entendimento da decaída natureza humana e da tendência dela para a inveja e o ciúme, quando distribuiu heranças aos seus filhos. — 2Cr 11:21-23.

De modo similar, homens ou comunidades de homens podem mostrar considerável discernimento em operações comerciais, um fator no seu enriquecimento bem-sucedido, como fez o “líder” de Tiro. (Ez 28:2, 4) Governantes talvez tenham entendimento de guerra e estratégia militar (Is 10:12, 13) ou sejam peritos em diplomacia política. (Da 8:23) Todavia, seu entendimento talvez seja limitado e de pouco proveito, como se deu nos casos acima mencionados.

Portanto, pode-se ver que as Escrituras se referem ao entendimento conseguido por meios naturais. Todavia, toda essa “compreensão” (sýnesis) dos “intelectuais” (synetoí) do mundo torna-se tolice, fútil, quando os propósitos de Deus não são tomados em consideração. (1Co 1:19, 20, Int) Portanto, as Escrituras exortam primariamente a se obter entendimento superior, o espiritual, que se baseia em Deus. Não importa quanto os homens explorem os recursos da terra, as profundezas dela e as profundidades dos mares, ou estudem os céus, eles nunca, pelos seus próprios esforços, podem achar “o lugar da compreensão [ou entendimento]” e da sabedoria, que leva a uma vida bem-sucedida em justiça e felicidade. (Jó 28:1-21, 28) Tal entendimento é ‘melhor do que a prata’ e pode resultar no futuro desejado que as passageiras riquezas e honrarias do mundo não podem proporcionar. — Pr 16:16, 22; 23:4, 5; Sal 49:6-8, 14, 20.

IV. Relação com Conhecimento e Sabedoria.

O entendimento tem de basear-se em conhecimento, e coopera com o conhecimento, embora ele mesmo seja mais do que mero conhecimento. O alcance e o valor do entendimento que se tem são substancialmente afetados pela quantidade e qualidade do conhecimento que se possui. O conhecimento é saber de fatos, e os maiores e mais fundamentais fatos relacionam-se com Deus, sua existência, seu propósito invencível e seu modo de agir. O entendimento habilita a pessoa a relacionar o conhecimento que adquire com o propósito e as normas de Deus, e assim pode apreciar ou avaliar este conhecimento. O “coração entendido é o que procura conhecimento”; não se satisfaz com meros conceitos superficiais, mas procura compreender o quadro inteiro. (Pr 15:14) O conhecimento precisa tornar-se ‘agradável à própria alma da pessoa’, se o discernimento há de resguardá-la da deturpação e do engano. — Pr 2:10, 11; 18:15.

Provérbios 1:1-6 mostra que “homem de entendimento é aquele que adquire orientação perita para entender um provérbio e uma expressão enigmática, as palavras de sábios e seus enigmas”. Estes não devem ser apenas coisas ditas para passar o tempo em conversa ociosa, porque os sábios não costumam desperdiçar tempo desta maneira, mas devem referir-se a instruções, perguntas e problemas que disciplinam e treinam a mente e o coração segundo princípios corretos, preparando assim o aprendiz para ações sábias no futuro. (Veja Sal 49:3, 4.) O conhecimento e o entendimento conjugados produzem sabedoria, a qual é “a coisa principal”, a capacidade de aplicar um fundo de conhecimento e vivo entendimento a problemas com resultado bem-sucedido. (Pr 4:7) A pessoa corretamente motivada procura obter entendimento, não por mera curiosidade ou para se exaltar, mas com o próprio fim de agir com sabedoria; ‘a sabedoria está diante da sua face’. (Pr 17:24) Não é como aqueles nos dias do apóstolo Paulo, que presumiam ser instrutores de outros, mas estavam ‘enfunados de orgulho, não entendendo nada’, imprudentemente desenvolvendo a “mania de criar questões e debates sobre palavras”, coisas que produzem desunião e uma série de maus resultados. — 1Ti 6:3-5.

V. Obter Verdadeiro Entendimento.

Quem procura verdadeiro entendimento ora a Deus: “Faze-me entender, para que eu observe a tua lei e para que eu a guarde de todo o coração . . . para que eu continue vivendo.” (Sal 119:34, 144, também 27, 73, 125, 169) Esta é a motivação correta. O apóstolo orou para que os cristãos colossenses ficassem “cheios do conhecimento exato da . . . vontade [de Deus], em toda a sabedoria e compreensão [synései] espiritual, para [andarem] dignamente de Jeová”. — Col 1:9, 10.

A idade e a experiência são fatores naturais que podem ajudar a pessoa a desenvolver maior entendimento. (Jó 12:12) Mas, a idade e a experiência sozinhas não são os fatores decisivos. Os consoladores de Jó orgulhavam-se do entendimento que eles e seus associados idosos tinham, mas foram repreendidos pelo homem mais jovem, Eliú. (Jó 15:7-10; 32:6-12) Yehowah, o “Antigo de Dias” (Da 7:13), tem entendimento infinitamente superior ao de toda a humanidade, cujos dias abrangem apenas uns poucos milênios e que nem mesmo entende como o planeta em que vive foi formado. (Jó 38:4-13, 21) Portanto, a Palavra escrita de Deus é o meio principal para se obter entendimento. — Sal 119:130.

Crianças e jovens devem ponderadamente considerar a instrução dos seus pais, mais velhos e mais experientes, especialmente quando estes são servos devotados de Deus. (Pr 2:1-5; 3:1-3; 4:1; 5:1) A séria ‘consideração’ (hebr.: bin) da história de gerações anteriores pode dar entendimento, e pessoas mais idosas freqüentemente estão familiarizadas com ela. (De 32:7) Deve procurar-se a associação, não com os “inexperientes”, mas com os sábios, nutrindo-se dos conselhos e das instruções deles, a fim de ‘continuar vivendo e andar direito no caminho do entendimento’. (Pr 9:5, 6) Por escutar e também observar, pode-se deixar de ser ingênuo e crédulo, pode-se ‘compreender a argúcia’ e podem-se evitar muitas experiências amargas. — Pr 8:4, 5.

A diligência em estudar e aplicar a Palavra e as ordens de Deus pode habilitar a pessoa a ter maior perspicácia do que os que atuam como seus instrutores, e mais entendimento do que homens mais idosos. (Sal 119:99, 100, 130; compare isso com Lu 2:46, 47.) Isto se dá porque a sabedoria e o entendimento, na realidade, são inerentes aos regulamentos puros e aos decretos judiciais de Deus; por isso, a observância fiel deles por Israel fazia com que as nações circunvizinhas o encarassem como “povo sábio e entendido”. (De 4:5-8; Sal 111:7, 8, 10; compare isso com 1Rs 2:3.) O entendido reconhece a inviolabilidade da Palavra de Deus, quer encarar o seu próprio proceder em relação a ela e pede a ajuda de Deus neste respeito. (Sal 119:169) Permite que a mensagem de Deus cale fundo nele (Mt 13:19-23), escreve-a na tábua do seu coração (Pr 3:3-6; 7:1-4) e chega a desenvolver ódio a “toda vereda falsa” (Sal 119:104). O Filho de Deus, quando na terra, mostrou entendimento assim, até mesmo recusando tentar escapar da morte na estaca porque o cumprimento das Escrituras requeria que ele morresse desta maneira. — Mt 26:51-54.

VI. Tempo e meditação são essenciais.

O ‘apressado demais’ usualmente deixa de ‘considerar [ou dar atenção refletida a; forma da hebr. bin] o conhecimento’. (Is 32:4; compare isso com Pr 29:20.) O entendido caracteristicamente sabe quando ficar calado (Pr 11:12), não fala precipitadamente, mantém o espírito frio, mesmo que a discussão fique acalorada. (Pr 14:29; 17:27, 28; 19:11; Jó 32:11, 18; compare isso com Tg 3:13-18.) Medita no conselho para poder determinar a significância das palavras e das mensagens. (Jó 23:5; Sal 49:3) Faz perguntas destinadas a discernir as razões e os motivos, a fim de poder determinar a causa do êxito ou do fracasso, da bênção ou da maldição divinas; pondera as consequências lógicas, futuras, a que cada proceder levará. (Sal 73:2, 3, 16-18; Je 2:10-19; compare isso com Is 44:14-20.) Israel deixou de fazer isso e não deu consideração no coração a qual seria “seu fim posterior”. — De 32:28-30.

VII. Aceitar disciplina.

O orgulho, a obstinação, a teimosia e a independência são inimigos do entendimento. (Je 4:22; Os 4:14, 16) Quem tem verdadeiro entendimento não pensa que sabe tudo; por isso, Provérbios 19:25 diz: “Deve-se repreender ao entendido, para que discirna o conhecimento.” (Veja Jó 6:24, 25; Sal 19:12, 13.) Por ele ser entendido, está pronto para escutar, discerne a base da repreensão e tira dela maior proveito do que o estúpido tiraria de cem golpes. — Pr 17:10; veja 29:19.

VIII. Entender Profecias.

Mensagens proféticas inspiradas são entendidas apenas por aqueles purificados que humildemente oram por entendimento. (Da 9:22, 23; 10:12; 12:10) Embora talvez se compreenda o período geral do seu cumprimento, o pleno discernimento da aplicação duma profecia talvez tenha de esperar o tempo devido de Deus para sua realização. (Da 8:17; 10:14; 12:8-10; compare isso com Mr 9:31, 32; Lu 24:44-48.) Aqueles que depositam sua confiança em homens e que desprezam o poder de Deus, e que desconsideram Seu propósito como fator que merece ser considerado, não podem entender as profecias, e continuam cegos para com a significância delas, até que os efeitos desastrosos do cumprimento delas passam a atingi-los. — Sal 50:21, 22; Is 28:19; 46:10-12.

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