2016/09/25

Significado de Mateus 25


Significado de Mateus 25

Significado de Mateus 25


Mateus 25

25.1 — As dez virgens dessa parábola estavam esperando o cortejo nupcial que ia da casa da noiva à casa do noivo. Como o cortejo era feito à noite, eram necessárias lamparinas para iluminar o caminho, pois as cidades antigas não tinham luz elétrica.

25.2 — O servo bom de Mateus 24.45 é descrito como fiel e prudente. A parábola das dez virgens nos mostra a importância da sabedoria e da unção (Mt 25.1-13). A parábola dos talentos, que vem a seguir (Mt 25.14-29), fala da importância da fidelidade. A palavra traduzida por prudente aqui e em Mateus 24.45 significa sábio.

25.3-9 — Levar consigo azeite reforça o conceito de que é preciso estar preparado. A falta de azeite significa não estar preparado, revestido de fé e de poder espiritual para a volta de Cristo.

25.10 — Fechou-se a porta. Remete ao fato de ser impedido de entrar no Reino de Deus. As virgens imprudentes não estavam preparadas para a volta de Cristo. Compare com as bodas em Mateus 22.1-14 e Apocalipse 19.7,8.

25.11 — Senhor, senhor é um clamor igual ao em Mateus 7.21-23, em que a mesma situação é retratada. A repetição de Senhor indica grande emoção.

25.12,13 — Assim como Jesus disse antes: Nunca vos conheci, em Mateus 7.23, Ele diz novamente aqui: Em verdade vos digo que vos não conheço (compare com Mateus 10.32,33; 2 Timóteo 2.11-13).

25.14 — A parábola dos talentos retrata a fidelidade que Deus quer de Seus servos. O fato de o Senhor ter viajado para fora da terra nos mostra que haverá muito tempo para que a fé de Seus servos seja provada.

25.15-17 — Um talento era uma grande soma de dinheiro, o equivalente a seis mil denários. Um denário era o pagamento de um dia de salário de um trabalhador comum (Mt 20.2).

25.18,19 — As pessoas acreditavam que era seguro guardar dinheiro debaixo da terra.

25.20,21 — Sobre muito te colocarei aqui diz respeito à recompensa que será dada no Milênio (compare com Mateus 24-45).

25.22,23 — O primeiro dos dois servos recebeu a mesma recompensa, embora a quantidade de dinheiro que receberam tenha sido diferente. A recompensa é baseada na fidelidade, não no tamanho da responsabilidade. A menor tarefa na obra de Deus pode levar-nos a receber uma grande recompensa se formos fiéis ao realizá-la (Mt 10.42).

25.24-28 — Os servos maus eram infiéis e preguiçosos, pois, se realmente temessem a seu senhor, no mínimo, teriam dado o dinheiro aos banqueiros. Desse modo, o senhor receberia o dinheiro de volta com os juros.

25.29 — Esse provérbio nos mostra que, se não usarmos o que Deus nos deu, perderemos tudo (Hb 5.11,12). Isso inclui habilidades e dons espirituais, assim como bens materiais (1 Pe 4.10).

25.30 — O servo inútil é aquele que não é fiel às tarefas que seu senhor lhe confiou. Esse servo não receberá recompensa alguma (Mt 8.12; 13.42,50; 22.13).

25.31 — A parte final desse discurso fala sobre o juízo. Mateus tem sido chamado de o evangelho do juízo, porque esse assunto ocorre com frequência (3.12; 6.2,5,16; 7.24-27; 13.30,48,49; 18.23-34; 20.1-16; 21.33-41; 22.1-14; 24.45-51; 25.1-12,14-46). Mas isso já era de se esperar, pois Mateus dá muita ênfase à vinda do Reino e, consequentemente, ao juízo que virá em seguida. Nas duas parábolas anteriores, Jesus fala do juízo que viria sobre os israelitas que não estavam preparados para a chegada do Messias. Contudo, na última parábola desse discurso, Ele volta a atenção para todas as nações da terra. E quando o Filho do Homem vier em sua glória relembra as palavras de Daniel 7.13,14,27 e nos dá uma visão do Reino futuro de Cristo (Ap 5.9,10; 19.11-18; 20.4-6).

25.32,33 — O termo nações aqui diz respeito ao gentios. Bodes e ovelhas não eram animais impuros segundo a lei levítica; no entanto, eram muito diferentes. Os pastores geralmente apascentavam os bodes e as ovelhas juntos, mas chegava uma hora que os dois grupos tinham de ser separados.

25.34-39 — O Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo indica que esse Reino sempre foi o objetivo de Deus para o ser humano.

25.40-45 — Mateus 25.31-46 se refere a três grupos: bodes, ovelhas e meus pequeninos irmãos. Certamente esses irmãos são crentes em Jesus Cristo.

25.46 — Eterno é usado para descrever tanto o sofrimento quanto a vida, mostrando que ambos terão a mesma duração. Eterno também é usado para Deus em Romanos 16.26.

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