2019/10/04

João 18 — Interpretação Bíblica

João 18 — Interpretação Bíblica


João 18 — Interpretação Bíblica




Jesus é preso 18.1-27
Depois de ser preso no jardim, Jesus foi levado primeiro até a casa de Anás (v. 13), que fez algumas perguntas a respeito dos seguidores e dos ensinamentos de Jesus (vs. 19-21). Anás mandou Jesus para Caifás (v. 24), que era quem ocupava o cargo de Grande Sacerdote (v. 13). Nada é dito a respeito do que Caifás teria feito com Jesus.
18.1 riacho de Cedrom Ficava no lado leste de Jerusalém, entre a cidade e o monte das Oliveiras. jardim Só este Evangelho diz que aquele lugar era um jardim.
18.3 soldados Soldados romanos. guardas do Templo Levitas (ver Jo 7.32, n.). chefes dos sacerdotes Ver Jo 7.32, n. lanternas e tochas Ainda é noite, antes do nascer do sol na sexta-feira.
18.4 Jesus sabia Sua morte era o que ele mesmo tinha decidido e não o resultado de acontecimentos que ele não podia controlar (ver Jo 10.17-18, n.; 13.1).
18.5 Jesus de Nazaré Muitas vezes a pessoa era conhecida pelo nome do lugar onde tinha sido criada; ver Elias, de Tisbé (1Rs 17.1); José de Arimatéia (Mc 15.43); Saulo de Tarso (At 9.11).
18.9 tinha dito antes Ver Jo 6.39; 17.12, n.
18.10 Grande Sacerdote Ver Jo 11.49, n.
18.11 o cálice... que o Pai me deu Jesus aceita livremente a missão de sofrer e morrer pela salvação da humanidade (Mt 26.39; Mc 14.36; Lc 22.42). beber o cálice é figura de sofrimento, geralmente mandado por Deus (Is 51.17; Jr 25.15-16; Ez 23.32-34; Hc 2.16).
18.12 os soldados... os guardas do Templo Ver v. 3, n.
18.13 Anás Tinha sido o Grande Sacerdote de 6 a 15 d.C.
18.14 tinha dito Ver Jo 11.49, n.; 11.51, n.
18.15 outro discípulo Provavelmente, aquele a quem Jesus amava (ver Jo 13.23, n.). Grande Sacerdote Trata-se de Anás, o sogro de Caifás (v. 13). Anás tinha sido o Grande Sacerdote antes de Caifás, e era costume continuar chamando de “Grande Sacerdote” aquele que já havia ocupado esse cargo.
18.19 O Grande Sacerdote Anás (ver v. 15, n.).
18.20 Ensinava nas sinagogas e no pátio do Templo Jo 6.59; 7.14,28; 8.20.
18.24 Caifás Ver v. 13, n.; 11.49, n.
Jesus diante de Pilatos 18.28—19.16
Porque os líderes judeus não entraram no palácio (18.28), Pilatos teve de entrar e sair várias vezes, fazendo a ligação entre Jesus, que estava dentro do palácio, e os líderes judeus, que estavam do lado de fora. São sete cenas: 1) Pilatos e os líderes - lado de fora (18.29-32); 2) Pilatos e Jesus - dentro (18.33-38a); 3) Pilatos e os líderes - fora (18.38b-40); 4) Pilatos e Jesus - dentro (19.1-3); 5) Pilatos e os líderes - fora (19.4-8); 6) Pilatos e Jesus - dentro (19.9-12); 7) Pilatos e os líderes - fora (19.13-16).
18.28 de manhã cedo Na sexta-feira. não entraram... porque queriam continuar puros Se entrassem na casa de um não-judeu como, por exemplo, o palácio do governador, eles ficariam impuros e não poderiam comer o jantar da Páscoa naquela noite. Querem ficar puros para comer o jantar da Páscoa, mas pedem que o verdadeiro Cordeiro da Páscoa (ver Jo 1.29, n.) seja morto.
18.29 Pilatos Pôncio Pilatos, governador romano da Judéia, Samaria e Peréia de 26 a 36 d.C. Ele morava na cidade de Cesaréia, que ficava na costa do mar Mediterrâneo, a noroeste de Jerusalém. Por ocasião das festas principais dos judeus ele ia a Jerusalém.
18.31 Jesus já tinha sido condenado por eles há mais tempo (Jo 11.47-53). Só que as autoridades romanas não permitiam que os judeus mandassem matar pessoas condenadas à morte. Esse era um privilégio apenas de cidades livres dentro do Império Romano.
18.32 como ia morrer Os judeus matavam a pedradas as pessoas que eram condenadas à morte (Jo 8.59; 10.31; At 7.58-59); os romanos crucificavam os condenados (ver “levantado” em Jo 3.14, n.).
18.33 Ser rei e ter autoridade são os assuntos que marcam as três cenas em que Jesus e Pilatos se encontram (ver Jo 18.28—19.16, n.). Ver também Jo 1.49; 6.15; 12.13.
18.35 chefes dos sacerdotes Ver Jo 7.32, n.
18.36 Jesus afirma que ele é rei, mas não no sentido em que Pilatos entende o título “o rei dos judeus” (v. 33). O Reino de Jesus não é um sistema político, mas uma realidade espiritual. É um reinado ou domínio, não um território ou uma área governada por alguém.
18.37 É o senhor que está dizendo que eu sou rei! O texto original também pode ser traduzido assim: “Sou, sim, como o senhor diz.”
18.38 O que é a verdade? A resposta à pergunta de Pilatos já foi dada em Jo 14.6. Pilatos dá a entender que não está interessado na verdade. Assim, ele, bem como o mundo que ele representa, já estão julgados (Jo 3.18-21).
18.40 criminoso A palavra grega também pode ser entendida no sentido de “revolucionário” ou “guerrilheiro”.


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