2016/03/27

João 20 — Explicação das Escrituras

João 20 — Explicação de João

João 20 — Explicação de João

 




João 20
20.1 Primeiro dia. O domingo (“dia do Senhor” Ap 1.10) substituiu o sábado judeu como dia de adoração ao Senhor porque Cristo ressuscitou nesse dia. Cf. At 20.7; 1 Co 16.1,2. 20.7,8 Viu, e creu. Cf. 20.29; 9.36-41. Não existe e real sem fatos e acontecimentos reais.
O que convenceu os dois discípulos da realidade da ressurreição foram os lençóis (Lc 24.12). Mostram que o corpo transformado de Jesus traspassara o invólucro de linho e aromas (19.40) sem perturbá-lo. O discípulo amado reconheceu o cumprimento das predições específicas de Jesus (Mc 8.31; 9.9, 31; 10.34; Jo 2..19; 10.18) • N Hom. Fundamentos da Fé: 1) A morte (19.34) e a ressurreição (20.8) de Cristo. O filho de Deus (20.31). 2) Depende de fatos reais e visíveis (19.35; 20.8, 14, 25, 29). 3) Para crentes que não puderam presenciar os eventos, a fé depende do testemunho verídico (19.35) preservado no Nt e na história (20.29ss).
20.9 Compreendido a Escritura. Cf. Sl 16.8-11; 2.7; At 2.24-31; 13.32-37, 1 Co 15.4. O Espírito logo mostraria aos discípulas o significado das passagens da Bíblia que predisseram a ressurreição.
20.16 Maria foi incapaz de reconhecer a Jesus pela mudança de Sua aparência e as lágrimas. Chamada pelo nome (10.3) percebeu que era Jesus.
20.19 Pôs-se no meio. O corpo glorificado do Cristo ressurreto não foi impedido por portas fechadas (cf. vv. 7, 8n). • N. Hom. Cristo abre as portas trancadas por causa do medo e incredulidade, quando Ele se apresenta: 1) vivo, 2) visível, 3) compartilhando Sua paz, (19, 21). 4) Sua missão (21b), 5) junto com o poder e autoridade do Espírito (22b, 23). Cf.1 Co 16.9; Ap 3.7.
20.21 Enviou (gr apostellõ)... Envio (gr pempo). Cristo, o Apóstolo do Pai. (Hb 3.1) foi comissionado para trazer o dom da salvação pelo sacrifício de Si mesmo (3.17). Seus discípulos são enviados para continuar e levar a termo essa missão no mundo ajuntando os convertidos na Igreja de Cristo. Paz surge da convicção que Cristo está vivo e que Ele pagou toda a divida do pecado (14.27; 16.33).
20.22 Soprou. Lembra-nos do começo da vida humana em Éden (Gn 2.7). Vida natural e espiritual dependem do sopro (o Espírito) de Deus.
20.23 Perdoados... retidos. No grego ambas estão no tempo perfeito. O discípulo não pode perdoar ou reter pecados (1 Tm 2.5), mas pela revelação profética e pelas Escrituras pode assegurar ao pecador que já foi perdoado ou condenado Por Deus (cf. At 5.4, 9; 8.23).
20.24 Dídimo, i.e., gêmeo (11.16). Tomé era homem moderno, cientista e bem consciente da possibilidade de ser enganado por uma visão ou alucinação. Para ele a ressurreição precisava ser confirmada pelos sentidos.
20.26 Pôs-se no meio. Mesmo depois da ascensão, a presença espiritual de Cristo se espera na reunião dos crentes (1 Co 16.22; Ap 1.13; 2.1; 3.20).
20.27 As marcas da cruz revelam quem Jesus realmente era (8.28).
20.28,29 Deus meu! Estas palavras vão muito além da mera identificação de Cristo com o Mestre que Tomé seguira anteriormente. A fé de outras gerações partirá não da vista mas do testemunho dos discípulos.
20.31 A finalidade do evangelho é dupla: 1) intelectual, i.e., convencer o leitor que Jesus, Homem perfeito, é o Messias que cumpriu as promessas, e esperanças de Israel, e o Filho de Deus que cumpriu o destino da humanidade; 2) espiritual, compartilhar por essa fé a vida eterna pelo Seu nome.
Cap. 21, é evidentemente um pós-escrito. Pelo es tilo podemos estar seguros que o autor foi João, o autor do evangelho.

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