2016/05/01

Êxodo 29 — Explicação das Escrituras

Êxodo 29 — Explicação de Êxodo

Êxodo 29 — Explicação de Êxodo

29.1 A dedicação dos sacerdotes se simbolizava quando chegavam à hora solene com o escol do rebanho (1), com os melhores produtos do campo (2) e com os corpos purificados pela água (4) vestidos com roupas de serviço, de oração e de pureza (5) e ungidos pelas bênçãos divinas. Oferecer o melhor que temos, batizados em Cristo, prontos a servir, a orar, a avançar em santificação, sendo vasos de bênçãos que provêm do amor de Cristo, assim temos de servir até o dia de hoje.
29.11 Imolarás. Só quem aceita o sacrifício pelos seus pecados pode trilhar o caminho da religião. Cristo é este sacrifício.
29.19 O outro carneiro. Outro carneiro é necessário para mostrar a plenitude do significado do sacrifício: o primeiro (15) era totalmente consumido no fogo (18), apontando para a necessidade de um sacrifício total, que foi cumprido de uma vez para sempre na pessoa de Cristo. O segundo carneiro se chama de consagração (26). O sacerdote solenemente oferece partes dele em sacrifício pessoal a Deus e se alimenta do seu peito. Isto ilustra a necessidade que todo crente tem de alimentar-se da vida do Cristo ressurreto e de oferecer a Deus sua própria vida transformada por este sacrifício.
29.20 Orelha. A primeira coisa que precisa ser consagrada é o ouvido. Nota-se que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.11ss). Temos de ser discípulos ensinados por Deus (Is 50.4). Depois vem a prática do que aprendemos, a obediência nas atividades diárias envolvendo as mãos e o polegar. Depois os pés que devem andar perpetuamente nos caminhos de Deus (Sl 1.1).
29.26 Oferta movida. O significado deste tipo de oferta é que é primeiro dado a Deus, de maneira simbólica (sacudida ou abanada perante o altar) e depois recebida de volta pelo sacerdote, que faz uso dela. O servo de Deus deve fazer uso reverente dos bens deste mundo para se conservar em condições de servir (cf. nota Lv 7.30).
29.28 Obrigação... devida. Aqui se vê claramente que esta oferta é para o beneficio dos sacerdotes e que tem de ser custeada pelo povo em geral; é oferta de Deus, que, pelo próprio decreto de Deus, volta às mãos dos Seus servos dedicados.
29.29 Seus filhos depois dele. Aqui se refere a toda descendência sacerdotal. O ser humano é mortal, mesmo que seja sacerdote; só Cristo tem o sacerdócio eterno, perfeito e intransmissível (Hb 6.20; 7.24).
29.32 Pão. Isto inclui as ofertas descritas nos vv. 2 e 3, depois de tirar a porção que pertence ao holocausto (23-25).
29.33 Expiação. Esta palavra torna especifico o fato de que os sacrifícios mencionados neste capítulo, são para que os sacerdotes peçam perdão pelos seus pecados, antes de começar o ministério, que também depende da consagração e da santificação.
29.34 Sobrar. O sacrifício solene pelo pecado, no qual o sacerdote recebe o perdão, se oferece em consagração, e recebe poder para a santificação, não pode ser participado por estranhos, em sua prática, nem guardado como se fosse simples comida. É esta atitude que o Novo Testamento requer com respeito à Ceia do Senhor que é a lembrança vívida do sacrifício em que Cristo se ofereceu por nós (1 Co 11.27).
29.42 Vos encontrarei. Deus revela Sua glória e Sua vontade ao Seu povo, embora os ritos aqui descritos mostrem que não houve encontros tão íntimos como os que agora o crente obtém por intermédio da oração; naquela época, Moisés era um daqueles que tinham aprendido o segredo da comunhão com Deus (para falar contigo ali).
29.43 Por minha glória. É a revelação da Glória de Deus aos homens que os transforma e os santifica. Se este foi o caso no tempo de Moisés que refletiu uma glória deslumbrante quando desceu do monte (Êx 34.29), muito mais deve caracterizar àqueles que aceitam a Cristo que é o resplendor da glória e a expressão exata de Deus (Hb 1.3). O crente deve ser transformado de glória em glória pela revelação de Cristo, até ser semelhante a Ele (2 Co 3.18).
29.45 Habitarei. A comunhão com Deus sempre era uma realidade para os fiéis, mas só no mundo futuro é que nenhum pecado e nenhuma tristeza poderá ofuscar a glória desta intimidade (Ap 21.1-8).
29.46 Saberão. Não somente a doutrina ensina Quem é Deus, mas também a experiência pessoal do que ele fez por nós (os tirou), juntamente com a realidade da presença divina ,que o crente pode sentir (para habitar no meio deles), cf. 1 Co 6.19,20; Jo 17.22, 23.

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