2019/08/26

Interpretação de Josué 21

Interpretação de Josué 21

Interpretação de Josué 21




Josué 21

I. Apêndice: Partida das Tribos Transjordânicas. 22:1-34. Um incidente relacionado com as duas tribos e meia subsequente às campanhas e distribuições das heranças foi contado para demonstrar melhor o cuidado providencial de Deus em manter a harmonia dentro de Israel (cons. 22:31). Este capítulo reabre a questão se essas tribos estavam dentro da vontade de Deus em se estabelecerem a leste do Jordão. Muitos mestres têm acusado Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés por terem escolhido sua herança na Transjordânia. Mas C.H. Waller tem argumentado que este ponto de vista é historicamente incorreto: “Deus entregou a terra de Siom e Ogue a Israel; alguém tinha de herdá-la. Repito, a verdadeira fronteira da Palestina a leste não é o Jordão, mas a cadeia de montanhas de Gileade, que a separa do deserto que fica além. Na realidade as duas tribos e meia estavam na Palestina tanto quanto as demais . . . (op. cit., pág. 153).
21:1-9. Josué despediu as tribos do leste com uma bênção. Reconheceu que tinham cumprido com sua obrigação para com Moisés e ele próprio (Nm. 32:20-33; Is. 1:16, 17).
21:5. Observe os seis verbos, todos princípios básicos de uma vida piedosa diante do Senhor.
21:10-34. Retornando de Silo, as duas tribos e meia levantaram um altar na região ocidental do Vale do Jordão, talvez nas proximidades de Qarn Sartabeh (veja comentário sobre 16:5-10), com vistas para a passagem de Adão que leva pala o Vale de Jaboque.
21:10. Altar grande e vistoso. Um grande altar para chamar a atenção. Assim serviria bem como testemunho (22:27,28) para todas as gerações de que as tribos do leste tinham uma porção do Senhor e em Israel. Mas foi uma atitude desnecessária e presunçosa; o método divino de preservar a união era outro: todas as tribos deviam se reunir três vezes por ano à volta do altar de Silo (Êx. 23:17).
21:11. Um altar... da banda dos filhos de Israel. Um altar na fronteira da terra de Canaã na região achegada ao Jordão, do lado que pertence ao povo de Israel (isto é, às nove tribos e meia).
21:13. Em lugar de imediatamente empreender uma guerra (22:12) com base em Lv. 17:8, 9; Dt. 12:4-14; 13:13-18, as tribos do oeste sábia e providencialmente enviaram uma delegação liderada por Finéias, o zeloso filho do sumo sacerdote, que já estancara um fluxo de apostasia quando Israel se voltara para Baal-Peor (Js. 22:17; Nm. 25). Ele restaurou as tribos do leste “com o espírito de brandura” ou gentileza, tão necessário aos obreiros cristãos (Gl. 6:1; Mt. 18:15). 16. Infidelidade. Traição. Esta palavra também foi usada para com o pecado de Acã (22:20; cons. 7:1), o qual quase arruinou toda a nação.
21:22. O poderoso, o Deus, o Senhor! A combinação e a repetição dos três nomes divinos, El, Elohim, Jeová (cons. Sl. 50:1), forma um juramento solene e majestoso pronunciado pelos acusados quando negam sua culpa de rebeldia ou traição. Hoje não nos preserveis. Uma imprecação excitada, dirigida diretamente a Deus, no meio de sua afirmação.
21:30. Deram-se por satisfeitos. A ação das tribos do leste parecia perfeitamente honrosa aos representantes. Nenhuma condenação subjacente das tribos transjordânicas foi insinuada pelo autor inspirado. Contudo, este afastamento do plano divino de um culto centralizado resultou mais tarde em apostasia, que se vê em sua recusa em ajudar Débora (Jz. 5:15b-17a).

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