2016/07/30

Estudo sobre Levítico 7

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Levítico 7

d)  As ofertas pela culpa (7.1-10)
Não haviam sido apresentados detalhes em relação ao ritual da oferta pela culpa em 5.14—6.7. v. 2ss. O procedimento para o carneiro da oferta pela culpa é praticamente idêntico ao do cordeiro da oferta de comunhão (3.7-11). v 6,7. Com relação aos direitos dos sacerdotes, no entanto, a comparação é feita com a oferta pelo pecado (cf. 6.26,29). v. 8ss. A menção das porções das ofertas pela culpa e pelo pecado destinadas aos sacerdotes (v. 7) conduz ao resumo dos seus direitos em conjunção com os holocaustos (v. 8) e com a oferta de cereal (v. 9,10).
e) As ofertas de comunhão (7.11-36)
Esse tipo de ofertas é especial porque partes delas eram destinadas tanto ao ofertante quanto ao sacerdote, v. 12. A categoria da oferta “por gratidão” era diferente da que era feita como “resultado de um voto” ou da ”voluntária” (v. 16) no sentido de que bolos sem fermento deveriam ser apresentados em conjunto com ela (acerca dos tipos de bolos, cf. 2.4; 6.21) e também pão sem fermento (v. 13; cf. 2.11,12; 23.17; Am 4.5). A última era permitida porque não ia para o altar. v. 14. asperge o sangue: v. comentário de 1.5. v. 15. será comida no dia\ cf. Êx 12.10, com referência ao cordeiro da Páscoa, v. 16. Mais uma distinção (cf comentário do v. 12) entre a oferta por gratidão e os outros tipos de ofertas de comunhão é que esta podia ser comida no dia seguinte ao sacrifício, v. 18. A não-conformidade com essas regras tornava o sacrifício inaceitável, v. 19ss. Tanto a carne da oferta de comunhão (v. 19a) quanto aqueles que a comiam (v. 19b-21) tinham de ser ritualmente puros. Os v. 22ss apresentam regulamentações acerca da gordura e do sangue de animais e não mencionam especialmente as ofertas de comunhão, v. 23. A gordura de animais de sacrifício era invariavelmente queimada no altar como porção de Deus (cf v. 25). v. 24. A gordura de animais mortos que não haviam sido mortos para sacrifício poderia ser usada para propósitos domésticos em geral, mas de forma nenhuma deveria ser comida, v. 26,27. cf. 3.17. Os v. 28ss têm orientações acerca da parte dos sacerdotes da carne das ofertas de comunhão, v. 30. e o moverá [...] como gesto ritual de apresentação'. a NTLH traz “oferta especial”; v. comentário de Ex 29.24. v. 31. O peito dessa oferta era repartido entre os sacerdotes, mas a coxa direita era dada aos sacerdotes oficiantes (v. 32,33). v. 34. Assim, as necessidades materiais dos sacerdotes deveriam ser supridas de geração em geração, v. 35. parte deve ser preferido a “porção da unção” (VA) e “porção ungida” (RV). v. 36. Como no caso da oferta de cereal regular (6.20), há uma ligação entre essas provisões e o dia em que os sacerdotes foram ungidos. O v. 37 alista as ofertas na ordem em que são tratadas em 6.8—
7.36.    A ordenação de fato aponta para o cap. 8, embora Porter pense que possa se referir a 7.35.36.    v. 38. monte Sinai: um local diferente do mencionado em 1.1 em conjunção com as leis de 1.1—6.7.

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