2016/08/26

Estudo sobre Deuteronômio 1

Estudo sobre Deuteronômio 1

Estudo sobre Deuteronômio 1



Deuteronômio 1

I. PRÓLOGO HISTÓRICO DA ALIANÇA (1.1—3.29)
1) Comentário introdutório (1.1-5)
Como nos outros tratados de suserania antigos (v. introdução, p. 353), o orador identifica-se (v. 1). Moisés exige a lealdade de Israel em nome de Javé. São identificados o tempo (v. 3,4) e o lugar (v. 1,5), e, embora os lugares alistados no v. 1 não sejam todos conhecidos, o v. 5 identifica o cenário.
v. 2. Não está claro por que essa afirmação aparece aqui; talvez haja um contraste entre os 11 dias necessários e os 40 anos gastos. Horebe é o nome usado com referência à localização do Sinai em Deuteronômio, exceto em 31.22, cf. Êx 3.1; 17.6; 33.6; lRs 19.8; SL 106.19; Ml 4.4. todo o Israel (v. 1): um termo característico de Deuteronômio.
v. 4. Cf. Nm 21.21-35.
v. 5. expor, um verbo raro, que significa cavar ou esculpir e assim tornar claro. Ele mostra então a forma em que as leis de Deuteronômio são primeiramente talvez no reinado de Davi. v. 9-18. Essa aparente interpolação (v. Ex 18.13-27 e cf. Nm 11.14) está associada na realidade ao v. 8c, visto que registra o cumprimento da promessa de Javé a Abraão segundo a qual os seus descendentes se tornariam uma grande nação. v. 15. As divisões se referem a unidades administrativas mais do que a números específicos. v. 16,17. Podemos observar aqui três importantes exigências judiciais. A justiça tem de ser imparcial, não favorecendo os ricos e influentes. Visto que é uma expressão da preocupação divina por justiça, não pode ser influenciada por ameaças. Ela vale tanto para estrangeiros residentes quanto para os israelitas, v. 19-46. Esses versículos, que encontram paralelo em Nm 13 e 14, contam a história das repetidas rebeliões e murmurações do povo (v.26-28,32,41-43), apesar dos contínuos sinais da bondade de Deus, do seu amor e de sua proteção (v. 19,25,30-33). v. 31. Em certo sentido, isso reflete terminologia característica de tratados. Mas o amor de Deus é um tema fundamental de Deuteronômio (v. Introdução e cf. Dt 8.5; 32.5, também At 13.18). v. 34-36. Mesmo quando julga, Javé se lembra da misericórdia; aliás, aqui e no v. 39 podemos ver o cumprimento da promessa na renovação da aliança deuteronômica. v. 37. Nesse contexto, não há referência alguma ao pecado de Moisés descrito em Nm 20.10-12, mas ele está envolvido no pecado do povo da aliança; cf. 3.26,27. v. 38. o seu auxiliar, cf. lRs 10.8 e Ap 7.9,15. v. 4145. Oportunidades perdidas nem sempre podem ser recuperadas. V. Ef 5.15-17; Cl 4.5; Hb 3.13-19; 12.16,17.


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