2019/09/19

Estudo sobre Êxodo 31

Estudo sobre Êxodo 31

Estudo sobre Êxodo 31



Êxodo 31
Os artesãos (31.1-11)
v. 2. escolhi é lit. “chamei pelo nome” (A NEB diz: “especialmente escolhido”; cf. Is 45.3). Bezalel, filho de Uri, filho de Hur. o mesmo conjunto de nomes, mostrando os mesmos relacionamentos, aparece em lCr 2.20 na genealogia de Judá. v. 3. Espírito de Deus: presente na criação (Gn 1.2) e ativo na sustentação do mundo (SL 104.30), o Espírito capacita os homens com habilidade, seja para criar, como aqui, seja para administrar, como com Otoniel (Jz 3.10). v. 6. Aoliabe significa, adequadamente em vista de sua obra no tabernáculo, “o pai é a minha tenda” (cf. Bezalel, ”na sombra de Deus”). Também capacitei: é a característica de Deus prover os seres humanos com os meios de atingir os propósitos dele (cf. Fp 2.13). v. 10. \vestes\ Utúrgicas (“finamente tecidas”, ARA): o adjetivo representa uma palavra de significado incerto; a raiz parece estar associada à ideia de fazer pregas ou dobras.

A observância do sábado (31.12-17)
v. 13. os meus sábados, a obrigatoriedade da observância do sábado já foi estudada em Êxodo (16.22-30; 20.8-11; 23.12). Depois do anúncio dos principais artesãos responsáveis pela construção do tabernáculo, vem um lembrete de que o sábado precisa ser observado, até mesmo pelos que estão envolvidos em tarefa tão sagrada. Afirma-se agora que o sábado é um sinal do relacionamento especial que existe entre Deus e Israel (cf. o sinal da circuncisão [Gn 17.11] anunciando o relacionamento de aliança que foi estabelecido com Abraão), v. 14,15. O castigo pela profanação do sábado é afirmada três vezes para que todos se conscientizem da seriedade de tal ofensa, v. 17. descansou-, mais apropriadamente “foi revigorado” (RSV), um antropomorfismo admirável em vista do uso do mesmo verbo em 23.12 com referência à necessidade que escravos e estrangeiros têm de revigoramento no sábado. “A linguagem é propositadamente forte para que o homem possa aprender a necessidade de observar o sábado como um dia no qual ele mesmo deve descansar do seu trabalho diário” (E. J. Young).

As tábuas da aliança (31.18)
v. 18. Esse versículo conclui o relato acerca da revelação no Sinai e, ao mencionar as tábuas da aliança, prepara o terreno para o próximo passo da história. Sem dúvida, temos de entender que as tábuas continham somente os Dez Mandamentos, e esses na sua forma original de ordens e proibições concisas (cp. Ex 20.8-11 com Dt 5.12-15 e observe exemplos de comentários acrescidos a mandamentos). dedo de Deus-, o que Arão fez com a sua vara (8.16-19) foi descrito pelos magos do Egito como obra do dedo de Deus (cf. também Lc 11.20). Em Sl, então, a expressão significa poder e autoridade divinos.

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