2016/11/13

Deuteronômio 11 — Estudo Devocional

Deuteronômio 11 — Estudo Devocional

Deuteronômio 11 — Estudo Devocional




Deuteronômio 11 

A grandeza de Deus

11.1-25 Amem o Senhor… e sempre obedeçam às suas leis. Amar a Deus, guardar e compreender os Seus mandamentos são atitudes que permitirão experimentar a força e o Seu braço amigo. A salvação do povo, ou seja, a sua escolha e a sua condução até o lugar do seu “repouso”, é uma decisão de Deus. Para que o povo entenda isso, Deus o lembra de como no Egito precisavam trabalhar muito para regar o chão, enquanto que em Canaã a chuva cairia no tempo certo. A intenção divina é que o povo permaneça junto de Deus, que quer habitar com ele.

11.1-7 Lembrem dos milagres. Moisés lembra os israelitas que com seus próprios olhos e ouvidos presenciaram o poder de Deus quando os libertou do grande Faraó, o rei do Egito. Eles são testemunhas reais do milagre diante das águas do Mar Vermelho, quando distanciou definitivamente o seu povo do Faraó. O povo viu as águas engolirem o inimigo e abrirem caminho para a Terra Prometida. Moisés lembrou também o povo que eles assistiram ao fim dos filhos de Eliabe, que haviam se rebelado contra os propósitos do Senhor Deus. Por tudo isso, esse Deus gracioso é digno de completa confiança e sua palavra merece ser plenamente obedecida. Veja o quadro “Foco nas dádivas”.

As bênçãos da Terra Prometida
11.8-25 onde nunca falta chuva. Moisés diz aos israelitas que se com todo o seu coração eles amarem e servirem ao Senhor Deus, a terra que receberão sempre será deles e lhes será de grande bênção: jamais faltará o que colher e o que comer. Eles serão poderosos e numerosos, e Deus o Senhor cumprirá tudo o que prometeu.

11.19 não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Ser testemunhas do grande amor de Deus nos faz viver com o privilégio e a responsabilidade de não deixar essa história morrer conosco. Tanto o povo judeu quanto nós, que nos tornamos povo de Deus por intermédio da fé em Jesus, somos chamados a viver e propagar a boa nova de grande alegria, por estarmos sob os cuidados de nosso Pai. Veja o quadro “Foco nas dádivas”.

11.26-32 vou deixar que vocês escolham. Desde o Jardim do Éden, Deus nos dá a possibilidade de obedecer ou não a seus mandamentos, deixando a liberdade de escolha para cada um. Como humanos, carregamos um anseio por liberdade, o que pode ser considerado uma característica divina em nós. Acompanhamos ao longo do texto das Sagradas Escrituras a afirmação de que Deus nos criou livres e para a liberdade. Moisés também é porta-voz desta verdade, quando assegura ao povo o direito de escolher entre bênção e maldição. Se o povo desobedecesse aos cuidadosos mandamentos que Deus lhe dera para tornar possível a vida em sociedade, eles experimentariam a posse da nova terra como se fosse uma maldição. Por outro lado, caso escolhessem seguir o roteiro preparado com tanto carinho, experimentariam essa nova morada como uma grande bênção do Pai. Essa é a essência da Aliança da Lei: a obediência ou desobediência determinando bênçãos ou castigos. Através de Cristo, que sofreu o castigo em nosso lugar, somos introduzidos na Nova Aliança, que nos oferece uma liberdade ainda mais sublime: em vez de servos, somos criados como filhos e filhas de Deus (Rm 8.14-17) e recebemos o amor do Pai. Continuamos sendo convidados por Deus a fazermos boas escolhas em nossos pensamentos, sentimentos e ações; mas agora, pela fé, uma nova vida em Cristo pode se manifestar.

Foco nas dádivas
Os seres humanos temos uma forte tendência de olhar rapidamente para as dádivas e bênçãos que recebemos, e focar nossa atenção no que nos falta; assim, passamos a vida a nos queixar, vivendo numa “eterna falta”, e como resultado damos pouca atenção à Divina Graça. Alguns teóricos da psicologia dizem que o ser humano é um sujeito da falta, da incompletude, movido pela busca enquanto busca: é um eterno peregrino em busca não se sabe bem do quê. Por isso o povo judeu também precisava ser continuamente lembrado por seus líderes e profetas sobre as maravilhas que Deus fizera e continuava fazendo entre eles. A Palavra de Deus nos convida a investir mais em nos lembrarmos das dádivas recebidas e a sermos testemunhas da glória de Deus em nossas vidas. Agora com a presença do Espírito Santo em nossos corações, podemos ser transformados em pessoas mais agradecidas e celebrantes, menos consumidas pela falta e por isso também menos impelidas a consumir, em um mundo que parece ser movido pelo impulso do consumo e pela incapacidade de viver em meio às privações e dificuldades do dia a dia. A meditação na Palavra de Deus, o descanso semanal e o culto a Deus em comunidade nos auxiliam a não nos deixarmos prender pelo foco na falta, e assim não perdermos a alegria de saber que estamos sendo cuidados pelo Pai do Céu. Veja Mt 4.4, nota.


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