2016/11/13

Deuteronômio 16 — Estudo Devocional

Deuteronômio 16 — Estudo Devocional

Deuteronômio 16 — Estudo Devocional



Deuteronômio 16 

A Festa da Páscoa — Pães sem Fermento
Êxodo 12.1-20; Levítico 23.5-8; Números 28.16-25

16.1-17 três ocasiões… na presença de Deus. As principais festas instituídas por Deus tinham o importante propósito de não deixarem o povo esquecer dos Seus feitos, da libertação que Ele trouxe ao povo e da provisão para a continuidade da vida.

16.3 comam somente pão feito sem fermento. O povo não deveria comer fermento durante sete dias para lembrar a sua saída apressada do Egito. A memória não se cultiva somente com ideias e conceitos, mas também ações e costumes, como esta mudança de alimentação. Já no Novo Testamento o fermento era associado ao pecado (veja Êx 13.7, nota) e, nesse sentido, o fato de os israelitas ficarem sete dias sem comer pão fermentado pode ser entendido como uma forma de santificação. chamado “pão do sofrimento”. Repare que a lembrança deveria ser realista: a vida na escravidão no Egito não era boa, e isso merece ser lembrado.

A Festa da Colheita
Êxodo 34.22; Levítico 23.15-21; Números 28.26-31
16.11 todos deverão festejar e se alegrar. A colheita de cereais mostra objetivamente que a vida mudou: não são mais escravos no Egito, não são mais fugitivos pelo deserto: os israelitas estão estabelecidos em sua nova terra, plantando e colhendo sob as bênçãos de Deus. O que poderia ser visto como algo natural, na verdade foi fruto de uma enorme intervenção da misericórdia de Deus.

A Festa das Barracas
Levítico 23.33-43; Números 29.12-38
16.17 oferta de acordo com as bênçãos. Aqui já aparece estabelecido o princípio realista, que mais tarde Paulo também aplicará para as ofertas em favor dos cristãos necessitados: Deus nunca pedirá o que não temos (2Co 8.12, nota).

Os deveres dos juízes
Êxodo 23.1-9
16.18-20 vocês devem escolher juízes. Aqui é ressaltada a importância de escolher juízes justos e honestos, para evitar a corrupção na sociedade. Essas qualidades de caráter, cada vez mais difíceis de encontrar em todos os níveis da sociedade, devem vir de “dentro para fora”, ou seja, pelo exemplo dos pais e ensino de outras pessoas de bem. Se aplicássemos as leis de Deus à nossa realidade e vivêssemos a partir delas, em amor a Deus, ao próximo e a toda a Sua criação, certamente a nossa sociedade seria menos corrupta e injusta.

Contra a idolatria
21 Moisés continuou, dizendo:
16.21—17.7 Deus, detesta esses ídolos pagãos. Faz muita diferença saber quem é o Deus a quem servimos. A tentação humana sempre foi constituir deuses, a começar de si mesmo. Disputando o lugar exclusivo do Deus eterno, aparecem as obras que construímos: imagens, esculturas, colunas sagradas, edificações, etc. Nossa inclinação idólatra também recorre aos astros, aos animais, às forças da natureza, pessoas, objetos, algum programa social ou compromissos que roubam toda a nossa atenção, fazendo-nos negligenciar o culto ao Senhor. Sem saber distinguir, aceitamos um deus qualquer, não percebendo o mal que isso representa para nós, para nossas famílias e para a sociedade: um deus menor nos apequena. Vale a pena tentar descobrir o que estaríamos idolatrando em lugar do Deus verdadeiro.


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