2019/08/29

Explicação de 1 Coríntios 1

Explicação de 1 Coríntios 1

Explicação de 1 Coríntios 1


1 Coríntios 1

1.1 Apóstolo. Em sentido restrito, Os que viram Cristo ressuscitado e receberam dele a sua comissão apostólica (cf. 15.8ss).
1.2 Igreja. Assembléia de cidadãos regularmente convocada (cf. At 19.39). No N.T., o povo convocado e dirigido por Deus. Santificados. Separados por Deus para um propósito especial. Em Cristo. Membros do Seu corpo que compartilham da Sua vida (cf. Jo 15). Invocam. Cf. 12.3; Jl 2.32; Rm 10.13.
1.5 Palavra.. conhecimento. Capacidade de receber a verdade.
1.6 Testemunho. O evangelho, confirmado na experiência pelo Espírito.
1.7,8 Dom (gr charisma). Cf. 12.4; 7.7; 2 Co 1.11. Revelação. Segunda vinda de Cristo. Ele promete cuidar daqueles a quem Ele dá o Espírito. Irrepreensíveis. Sem culpa perante a lei. No Dia, isto é, o dia da volta de Cristo.
1.9 Comunhão (gr koinõnia), “participação”. Os cristãos participam na vida, sofrimento e glória de Cristo. • N. Hom. Privilégios do Cristão. 1) Eleição (vv. 2, 9); 2) Recursos (vv. 57); 3) Esperança (vv. 7, 8).
1.10 Divisões (gr schismata), “rasgões em pano”. Não cismas, mas partidos, baseados não em doutrinas, mas em personalidades (cf. 3.4ss; 11.18, 19). Unidos. Consertado a pano rasgado. Disposição.. parecer. Os cristãos, pelo amor, devem manter a mesma conclusão baseados nos mesmos princípios (cf. Fp 2.2, 5).
1.11 Casa de Cloe. Representantes de um cristão de Corinto que foram até Éfeso onde Paulo estava trabalhando nos anos 52-55 d.C.
1.12-16 Cefas. Nome aramaico de Pedro. De Cristo. Esse partido, ao querer ser o melhor, criou mais uma facção. Apolo, cf. At 18.24. Crispo, Gaio, Estéfanas. 16.15; At 18.8; Rm 16.23. Batizados. Em nome de alguém implicava que pertencia e seria fiel a essa pessoa. Paulo não permitia “paulinistas”.
1.17 Batizar. Não requeria dons especiais; os subordinados cuidaram desse rito (At 10.48; Jo 4.2).
1.18 Poder (gr dunamis). Cf. Rm 1.16. O evangelho não somente informa, mas transforma pela ação do Espírito (At 1.8).
1.19 Sabedoria. Não todo o conhecimento secular, como tal, mas somente as idéias filosóficas e religiosas que negam a verdade de Deus serão anuladas.
1.20 Sábio. Havia dois tipos: 1) O escriba (intérprete da lei judaica, Mt 5.29) e 2) O inquiridor (filósofo grego).
1.21 Pregação (gr kerugma). A mensagem e sua proclamação pública aos não convertidos. A salvação depende da revelação, não da razão somente. Crêem. No gr é presente contínuo, i.e., fé habitual.
1.22,23 Os judeus esperavam um Messias com poderes sobrenaturais (Jo 7.31), não alguém que seria amaldiçoado por Deus (Gl 3.13). Os gregos escarneciam de uma divindade que não tinha nem a sabedoria, nem o poder para se salvar de tal morte.
1.24,25 Sem a loucura e a fraqueza da crucificação, não poderia ter havido a sabedoria e o poder da ressurreição e os inumeráveis benefícios oriundos dessa.
1.26,27 Vocação (gr klesis). Cf. 1.2, 9. Não muitos. Portanto alguns.
1.28 Coisas. Enfatiza a insignificância dás pessoas. Os pobres não são necessariamente mais receptivos ao evangelho. Há mais pobres e Deus os chama para frustrar o orgulho humano. Aquelas que não são. A atividade de Deus é criadora; opera milagres (cf. Rm 4.17; Hb 11.1).

1.29-31 Vanglorie. Confiar ou orgulhar-se em algo para honra e bem-aventurança própria (3.21; Gl 6.14). • N. Hom. Cristo, Maravilhoso Senhor. 1) Ele é nossa sabedoria (Jo 1.18; 14.6); 2) Ele é nossa justiça (2 Co 5.21; Fp 3.9); 3) Ele é nossa santificação (Rm 6.22; 2 Co 3.18); 4) Ele é nossa redenção (Hb 9.12; Rm 8.23; Ef 4.30), nossa salvação passada, presente e futura.

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