2016/05/01

Êxodo 37 — Explicação das Escrituras

Êxodo 37 — Explicação de Êxodo

Êxodo 37 — Explicação de Êxodo


• N. Hom. 37.1-29 Estes quatro móveis que ficavam dentro do Tabernáculo sugerem quatro bênçãos vindas através do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo: na arca podemos ver Cristo que providencia a propiciação pelos nossos pecados (Rm 3.25; a tampa da arca era o propiciatório); na Mesa podemos ver Cristo, o Pão da Vida, partido por causa dos nossos pecados e distribuído para ser nosso alimento espiritual (Jo 6.51 -58); no Candelabro podemos ver Cristo, a luz do Mundo, perto do qual ninguém andará em trevas (Jo 8.12); no altar do Incenso podemos ver Cristo, nosso intercessor; vivendo eternamente como nosso intermediário e podendo compadecer-se das nossas fraquezas (Hb 4.15; 1 Tm 2.5).
37.1 A Arca. É o lugar no qual Deus se encontra com o homem, uma sombra do encontro mais completo efetuado pela encarnação e paixão de Jesus Cristo; junto com o Propiciatório era o único móvel no Santo dos Santos. Os demais móveis podiam ser vistos pelos sacerdotes no decurso normal dos seus deveres.
37.6 Cristo é o propiciatório de Deus, RM 3.25, a habitação da plenitude da divindade, Cl 2.9. Só por intermédio dele o homem pode se aproximar da glória divina sem ser condenado (Jo 3.36); por isso é que só no propiciatório pode existir uma representação da glória de Deus, na forma de dois querubins esculpidos, que antes serviam para guardar o caminho da árvore da vida (Gn 3.24) mas que no Santo dos Santos guardam a santidade de Deus (9).
37.10 Mesa. Era para expor os doze pães que representavam o cuidado de Deus em providenciar alimento natural e espiritual para cada membro do seu povo (o número doze apontado para as doze tribos).
37.17 Candelabro. Lembra-nos de Cristo, a Luz do Mundo (Jo 1.4; 3.19; 8.12).
37.23 Espevitadeiras. Tal como as lâmpadas precisavam de cuidado, especialmente com a renovação dos pavios, os crentes e as igrejas que eles compõem precisam de uma atenção não menos cuidadosa para que a luz de Cristo continue brilhando neste mundo de trevas (Mt 5.14-16; Ap 2.5) pelo enchimento do Espírito Santo (cf. Rm 15.14; Cl 1.28; 1 Ts 5.19). A rejeição da disciplina é seríssima (Jo 15.6).
37.25 Altar do incenso. Descobertas arqueológicas, em Megido (parte norte central da Palestina), de altares lavrados de pedra calcaria para queimar incenso, dão alguma ideia sobre o possível formato desse altar. Este foi feito de madeira com chifres nos cantos, e coberto de ouro (por isso é chamado também, “o altar de ouro”).
37.29 Incenso aromático (cf. Êx 30.34 para a composição do incenso que era usado exclusivamente para a adoração). O incenso era oferta de grande valor nos tempos do AT e, também quase exclusivamente oferenda em reconhecimento à divindade (cf. Ml 1.11 e Êx 30.37). Somente aos sacerdotes foi permitido oferecer incenso. As instruções sobre seu uso são relatadas em Lv 16.12-13. Na Bíblia, o incenso simboliza a oração (exemplos Sl 141.2; Ap 8.3-4). É de se notar que o incenso foi incluído nas ofertas trazidas pelos magos a Jesus, o que significa um possível reconhecimento da divindade da Criança recém-nascida (Mt 2.11).

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