2019/09/19

Estudo sobre Êxodo 16

Estudo sobre Êxodo 16

Estudo sobre Êxodo 16



Êxodo 16

16.1. deserto de Sinv. o nome poderia estar associado a Sinai; os dois eram adjacentes, independentemente de onde localizarmos o monte. v. 2,3. Eles tinham chegado a um lugar deserto, e o povo novamente deu vazão a seus sentimentos. Agora dizem que teria sido melhor sofrer na mão do Senhor — supostamente como os primogênitos do Egito. Os anos de escravidão e opressão pareciam idílicos em comparação com o presente estado. A principal queixa era contra a falta de carne. ”Gomo todo bom criador de animais, eram avessos a matar os seus (cf. Nm 11.22)...” (Cole), v. 4. chover pão: cf. SL 78.24. do céu: ao se apresentar aos judeus como “pão da vida”, o nosso Senhor fez uma comparação entre Sl e o maná mandado do céu (Jo 6.41). v. 5. Um sistema especial em reconhecimento da santidade do sábado. V. comentário dos v. 22-30. v. 7. a glória do Senhor deveria ser reconhecida tanto na provisão miraculosa de alimento quanto na manifestação gloriosa do v. 10. Se nessa ocasião a queixa e a reclamação tiveram como resposta uma demonstração de glória, nem sempre seria assim (v. Nm 11.1). v. 8. Codornízes como carne e maná como pão foram a provisão graciosa de Deus para as necessidades deles (cf. v. 13-36). O v. 10 reforça o ponto dos v. 7,8 (“Quem somos nós?”) ao tirar a atenção de Moisés e Arão e dirigi-la para o Senhor cuja glória estava sendo manifesta na nuvem (cf. 13.21,22). v. 13. codornízes: cf. Nm 11.31-35. São pequenos galináceos que migram do norte da África e da Arábia na primavera. Alguns passam por cima da península do Sinai. Voam rente ao chão e, especialmente quando exaustas, são presa fácil. Não se diz mais nada acerca delas aqui, pois a preocupação é com o maná que seria a dieta básica dos israelitas pelos 40 anos seguintes (v. 35; cf. Js 5.12). v. 14 .flocos: um hapax graphomenon de significado incerto.
A NTLH traz “escamas”; a BJ, “coisa miúda, granulosa”, v. 15. Que ê isto?: em hebraico mãn hu’. Na verdade, a palavra hebraica para “que” é mãh (como nos v. 7,8); no entanto, há paralelos para a forma mãn nos textos cananeus do segundo milênio a.C. Será que esse maná (cf. v. 31) está relacionado ao árabe mann que é encontrado em partes da península do Sinai no início do verão? Este último é uma excreção comestível produzida por certos insetos que vivem nos ramos das tamargueiras (v.F. S. Bodenheimer, “The Manna of Sinai”, Biblical Archaeologist, 10, 1947, p. 2-6). Embora certamente haja características em comum, os elementos sobrenaturais no relato do maná não podem ser negligenciados; cf. especialmente os v. 18,24,26,35. Havia também um propósito didático por trás da provisão do maná, de acordo com Dt 8.3,16; ele era também “alimento espiritual” na medida em que apontava além dos aspectos meramente físicos e temporais (ICo 10.3; cf. Jo 6.50,51). v. 16. um jarro (heb. omer)-. um pouco mais de dois litros. O termo ocorre somente nesse capítulo, daí a explicação adicional do v. 36. Não deve ser confundido com o homer (que era equivalente a 100 “omers”). v. 18. jarro (heb. omer) nesse caso significa uma vasilha contendo exatamente esse volume. O versículo é citado em 2Co 8.14,15 em defesa do ideal cristão da equiparação das posses. v. 22. Aparentemente, as pessoas não estavam esperando a porção dupla que veio no sexto dia e foram falar com Moisés para buscar uma explicação, v. 23. O sábado, como está implícito, era observado pelos israelitas até mesmo antes da entrega dos Dez Mandamentos (cap. 20). Essa é a primeira ocorrência da palavra no AT, embora, acerca dessa ideia, v. Gn 2.2,3. assem. cf. Nm 11.8. v. 24. O maná assado ou cozido na véspera do sábado não estava sujeito à proibição do v. 19. v. 27. Parece que esses transgressores não foram punidos; a lei do Sinai ainda não havia sido promulgada (cf. 31.14). Contraste com Nm 15.32-36. v. 31. maná-, cf. comentário do v. 15. tinha gosto: v. Nm 11.8 acerca de uma descrição um pouco diferente, v. 33. Esse é o “vaso de ouro” de Hb 9.4 [Na LXX, se diz que era de ouro, mas não no TM]. O jarro não é mencionado em conjunção com o Santo dos Santos no templo de Salomão (v. lRs 8.9). Stalker associa esse desaparecimento com a captura da arca da aliança por parte dos filisteus (ISm 4). v. 34. Precisamos entender que o maná foi colocado diante das tábuas da aliança somente depois que foi construída a Tenda do Encontro (v. caps. 25—40). v. 35. Cf. Nm 21.5; Js 5.12.

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