2016/06/10

Interpretação de Números 23

Interpretação de Números 23

Interpretação de Números 23



Números 23
Primeiro Oráculo. 23:7-10.
O poema contém um padrão de 1-2-1-2-1 de parelhas de versos, paralelos, sendo a última, a conclusão que expressa o pensamento nostálgico de que Balaão gostaria de participar da bênção de Israel.
7. Balaque me trouxe de Aram,
O rei de Moabe das colinas do leste.
‘Vá, amaldiçoe-me Jacó,
‘Vá, condene Israel'.
8. Como amaldiçoarei se Deus não amaldiçoou?
Como condenarei se Deus não condenou?
9. Do alto das montanhas eu vejo.
Das colinas eu observo.
Eis que um povo vive sozinho,
Entre as nações não está reconhecido.
10. Quem pode contar a poeira de Jacó,
Ou enumerar a nuvem da ‘poeira’ de Israel?
Que eu morra a morte de um homem justo.
Que o meu fim seja como o seu!”
Segundo Oráculo: 23:18-24.
Balaão encara o Senhor aqui como Aquele que o força a abençoar Israel, porque Ele tem de cumprir a Sua palavra empenhada. O Senhor é a fonte da força do Seu povo; por isso nenhum encanto faria efeito contra ele. Balaão conclui comparando Israel a um leão que espreita, que apanha e devora a sua presa. Na frase, aclamações ao seu rei (v. 21), seguimos a LXX, o Targum de Onkelos e o Pentateuco Samaritano, e traduzimos para majestade real.
Introdução
18. “Levante-se, ó Balaque, e ouça:
Ouça o meu testemunho, ó Filho de Zipor.
Estrofe 1
19. Deus não é um homem, para que possa mentir.
Nem um ser humano, para que se arrependa.
Aquilo que diz, não o faria?
Aquilo que decreta, não o realizada?
20. Eis que eu aprendi a abençoar,
E abençoarei porque não posso fazer outra coisa.
21. A iniquidade não se encontra em Jacó,
Nem a perversidade está evidente em Israel.
Estrofe 2
O Senhor seu Deus está com ele,
E a majestade real o acompanha.
22. Quando Deus o retirava do Egito,
Ele tinha a força de um boi selvagem.
23. Pois não pode haver encantamento contra Jacó,
Nem agouro contra Israel.
Agora se dirá de Jacó,
E também a respeito de Israel:
‘O que Deus fez!’
Conclusão
24. Eis um povo que se levanta como a leoa,
Que se exalta como um leão,
Que não se deita até que devore a presa,
E lamba o sangue dos mortos”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário