2016/10/16

Apocalipse 14 — Exposição de Apocalipse

Apocalipse 14 — Exposição de Apocalipse

Apocalipse 14 — Exposição do Livro de Apocalipse




Apocalipse 14

14.1 CENTO E QUARENTA E QUATRO MIL. Ap  14 Ap  15 introduzem os julgamentos de Ap  16 ; 18 e revelam a recompensa reservada aos que perseveram na fé em Jesus (v. 12; 15.2-4). O capítulo 14 começa descrevendo uma cena de 144.000 crentes proeminentes que aparecem no céu perto do Cordeiro. Certamente representam os mais consagrados e fiéis do povo de Deus de todos os tempos que desfrutam de graça e posição especiais no céu (ver a nota seguinte). A cifra 144.000 não significa que o número deles é restrito a esse total. Qualquer crente pode passar a pertencer a esse grupo mediante a fé, o amor e o serviço devotado a Deus.

14.4 NÃO ESTÃO CONTAMINADOS COM MULHERES. Esta expressão tem sentido espiritual. Os 144.000 permaneceram puros, recusando-se a se conformar com o sistema mundial ímpio (ver o estudo O RELACIONAMENTO ENTRE O CRENTE E O MUNDO), ou a pertencer à igreja apóstata dos últimos dias (ver Ap 17.1 notas). Note o caráter dos que estarão perto de Cristo no céu. (1) Estão separados do mundo e da igreja apóstata (v. 4; ver o estudo A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE). (2) Seguem a Cristo (cf. Mc 8.34; Jo 14.21 nota). (3) Dedicam-se a Deus e a Cristo (v. 4). (4) Não falam mentira (v. 5; cf. 21.27-22.15). (5) São moralmente inculpáveis (ver o estudo A SANTIFICAÇÃO)
14.6 O EVANGELHO ETERNO. Durante a segunda metade da tribulação, o evangelho de Cristo será proclamado por um anjo (ou anjos) ao mundo inteiro, advertindo-o com clareza e poder. É um alerta à humanidade para temer a Deus, dar-lhe glória e adorá-lo, e não ao anticristo (vv. 7,9).
14.8 CAIU BABILÔNIA. Babilônia, aqui, representa o sistema político, religioso e comercial do mundo inteiro nos tempos do fim (ver 17.1 nota). Temos aqui a predição da sua queda (ver caps.17,18, para mais detalhes).
14.9 SE ALGUÉM ADORAR A BESTA. Aqueles que adoram a besta e recebem o seu sinal (ver Ap 13.16 nota), selarão seu próprio destino, sofrerão julgamentos divinos e serão atormentados para todo o sempre (vv. 9-11; 9.4, 13.21; 16.2; ver Mt 10.28 nota). A advertência é dirigida aos incrédulos (v. 6) e aos santos que serão tentados a negar a sua fé ante o grande perigo do martírio (vv. 12,13).
14.12 GUARDAM OS MANDAMENTOS DE DEUS. O destino dos seguidores da besta é terrível (vv. 9-11). Por isso, os santos devem continuar a “guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”. Por causa da sua lealdade a Cristo provavelmente serão mortos (ver a nota seguinte).
14.13 BEM-AVENTURADOS OS MORTOS QUE... MORREM NO SENHOR. Os que morrem pela fé em Cristo durante a tribulação são especialmente abençoados. São libertos da perseguição, dos suplícios e do tormento, e estarão com Cristo.
14.14-16 SEMELHANTE AO FILHO DO HOMEM. Esse alguém como “filho do homem” é uma figura de Cristo, como estando pronto para lançar a foice do julgamento, num mundo já maduro na iniquidade (vv. 14-20). Os versículos 14-16 são uma antevisão dos eventos de Ap 16.12-16 e Ap 19.11-20.
14.19 GRANDE LAGAR. Nos tempos bíblicos, as uvas eram colocadas numa grande gamela e pisadas a pés para a extração do vinho (i.e., o suco de uva). No AT pisar as uvas é uma figura da execução da ira divina contra os ímpios (Is 63.3 nota; cf. Ap 19.15). Na ocasião da volta de Cristo, depois da tribulação, os incrédulos serão reunidos e julgados no vale de Josafá (Sl 110.6; Jl 3.2,12-14; ver Mt 25.32 nota), e depois executados (ver Mt 13.40; Lc 17.37 nota; cf. Sl 97.3-5; Pv 2.22; Is 63.1-6; 66.15-17; Jr 25.30-33; Ap 19.15).
14.20 SAIU SANGUE. Uma grande matança ocorre nos últimos dias da tribulação. Trata-se da batalha de Armagedom (Zc 14.1-4; ver Ap 16.16 nota; 19.17-19). Aqui temos uma antevisão dela.



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