2016/10/14

Significado de Números 23

Significado de Números 23

Significado de Números 23



Números 23

23.1-6 — A utilização dos sete altares e a oferta de um novilho e de um carneiro em cada um deles fazia parte dos rituais pagãos. Posteriormente, Deus, em Sua misericórdia, deu a Balaão uma mensagem verdadeira para transmitir. A expressão o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão é o mesmo tipo de linguagem usado para os verdadeiros profetas (Jr 1.9). Deus usou o pagão para abençoar o Seu povo.
23.7-10 — O primeiro oráculo de Balaão abriu caminho para os outros. Eram sete oráculos ao todo. Cada um foi iniciado com a expressão então, alçou a sua parábola e disse (Nm 23.7,18; 24.3,15,20,21,23). A palavra traduzida como oráculo pode ser entendida como provérbio. Neste caso, significa discursos proféticos. No primeiro oráculo, Balaão descreveu o propósito para o qual foi chamado, isto é, amaldiçoar Israel. Entretanto, ele não pôde fazer isso, porque Deus não permitira. Do lugar da idolatria pagã (Nm 22.41), ele observou Israel à distância e viu que era um povo diferente dos povos de outras nações.
A expressão quem contará o pó de Jacó indica a tentativa de estimar a quantidade de pessoas por adivinhação. O número de israelitas era tão grande que Balaão não pôde contá-los. As palavras meu fim foram uma referência ao destino de Balaão. Ele não dividiria a vida gloriosa com Israel no céu.
23.11,12 — A reação de Balaque foi de choque e horror. Ele levara Balaão para amaldiçoar Israel, mas, em vez disso, Balaão o abençoou amplamente.
23.13-17 — Balaque tolamente pensou que a mudança para outro lugar influenciaria Deus, fazendo com que Ele permitisse que uma maldição fosse lançada sobre Seu povo. A linguagem utilizada em encontrando-se o Senhor com Balaão indica que este ainda estava tentando lançar a maldição. Talvez ele estivesse procurando por uma força maior que pudesse passar por cima do poder de Deus, do poder que abençoara Israel. Mas isso não aconteceria. Novamente, as palavras de Balaão vieram do único Deus vivo.
23.18-24 — O segundo oráculo foi dirigido a Balaque, um ouvinte que teve de escutar coisas contra sua vontade. Balaão expôs uma extraordinária verdade a respeito do Deus de Israel: Ele não mudaria; Ele não mentia. Deus abençoara Israel, e Balaão era impotente diante desse fato, pois este não tinha poderes para trocar a bênção por uma maldição. Deus vira muitos exemplos de perversidade em Seu povo durante os anos no deserto. Todavia, simplesmente não havia qualquer tipo de feitiçaria ou magia que Balaão viesse a usar que pudesse destruir a bênção divina. Nós, que vivemos em Cristo, podemos ser estimulados por estas palavras hoje. Deus não pode mentir, tampouco pode negar a promessa de vida a Seu povo (Rm 8.31-39).
23.25-30 — Ao pronunciar nem totalmente o amaldiçoarás, nem totalmente o abençoarás, Balaque insinuou: “eu pago para você ficar calado”. Mas ele novamente pensou que tudo o que era preciso era apenas um lugar melhor.

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