2016/10/14

Significado de Números 7

Significado de Números 7

Significado de Números 7



Números 7

7.1 — No dia em que Moisés acabou. Esta expressão coloca os acontecimentos deste capítulo antes do recenseamento dos capítulos 1 a 4- O tabernáculo foi finalizado no primeiro dia do primeiro mês do segundo ano (Ex 40.2). O censo começou no primeiro dia do segundo mês daquele ano (Nm 1.1). Moisés ungiu e consagrou o ta-bemáculo, sua mobília, o altar e seus utensílios.
7.2-9 — Os carros cobertos eram bastante apropriados para o transporte dos elementos que compunham o tabernáculo. Os carros foram distribuídos conforme sua utilização: dois para os filhos de Gérson, usados para o transporte das cortinas (Nm 4.24-28), e quatro para os filhos de Merari, para que carregassem as pesadas armações e os elementos de suporte (Nm 4.29-33). Nenhum carro foi dado aos coatitas, e estes tiveram de conduzir as coisas mais sagradas usando as varas sobre seus ombros (Nm 4.1-20).
7.10 — Cada um dos líderes das 12 tribos levou uma oferta especial para colocar no altar do Senhor.
7.11-83 — Os versículos em que Deus dá as orientações a cada tribo seguem o mesmo modelo, com exceção do dia da apresentação, do nome do líder e do nome da tribo. Esta passagem foi moldada para ser lida em voz alta, de forma vagarosa e imponente. A medida que cada líder tribal e seu clã eram mencionados, os membros da tribo em questão gozavam um prazer especial. Cada um dos integrantes possivelmente sentia e pensava algo como: “Estas são as nossas ofertas, e este é o nosso momento de dá-las ao Senhor”. O capítulo 7 apresenta um cenário de esplendor, pompa, cerimônia e ritual.
A palavra hebraica sacrifício deriva de um verbo que significa abater a fim de ofertar. De acordo com a Lei de Moisés, um sacerdote deveria oferecer sacrifícios em favor de um adorador, queimando-os no altar (Êx 20.24). As ofertas tanto poderiam ser de cereal (as primícias de colheita) como de animais. Os tipos de animais que eram permitidos em sacrifícios no tabernáculo (e mais tarde no templo) foram especificados pela Lei. Porém, qualquer um deles deveria ser o melhor em qualidade, não possuindo defeitos (Lv 22.21). Os sacrifícios de animais que aconteciam em cumprimento à Lei tinham uma função principal: a remição ou a expiação dos pecados (Hb 9.22). Assim, a ofensa de um indivíduo transferia-se simbolicamente para o animal sacrificado, que exercia o papel de substituto na propiciação. Era necessário que os sacrifícios fossem repetidos todos os anos porque tais ritos só cobriam temporariamente os pecados (Hb 10.4). Por fim, todos os sacrifícios do Antigo Testamento apontavam para um sacrifício-mor que aconteceria posteriormente: o de Cristo, que foi, por si só, o sacrifício autossuficiente e final.
7.84-88 — A expressão esta é a consagração do altar alude às 12 ofertas que foram totalizadas e enumeradas, o que demonstrava novamente o sentido de ordem e controle no livro de Números.
7.89 — Mais impressionante do que as ofertas e sua totalização é este último versículo do capítulo. Quando tudo estava feito, Moisés ouviu a voz de Deus vinda do interior do santuário. Isso simbolizava a aprovação divina. As ofertas tribais foram recebidas com satisfação.

Índice: Números 1 Números 2 Números 3 Números 4 Números 5 Números 6 Números 7 Números 8 Números 9 Números 10 Números 11 Números 12 Números 13 Números 14 Números 15 Números 16 Números 17 Números 18 Números 19 Números 20 Números 21 Números 22 Números 23 Números 24 Números 25 Números 26 Números 27 Números 28 Números 29 Números 30 Números 31 Números 32 Números 33 Números 34 Números 35 Números 36

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