segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sacrifício Vivo — Romanos Cap. 12

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Sacrifício Vivo — Romanos Cap. 12 


 Em vista de tudo quanto Deus fez por Seu povo em Cristo, como Seu povo deve viver? Deve apresentai-se a Deus como “sacrifício vivo”, consagrado a Ele. Os sacrifícios de animais, oferecidos numa época anterior, tornaram-se obsoletos graças à oferta que Cristo fez de Si mesmo. Mas sempre há lugar para o serviço divino prestado por corações obedientes. Em vez de viverem pelos padrões de um mundo em desacordo com Deus, os crentes são exortados a deixar que a renovação das suas mentes, pelo poder do Espírito, transforme as suas vidas harmonizando-as com a vontade de Deus.

A Bíblia nunca ensina uma doutrina para torná-la simplesmente conhecida. Mas ela é ensinada para que seja transferida para a prática. “Se sabeis estas cousas, bem-aventurados sois se as praticardes” (Jo 13:17). Daí, Paulo repetidamente apresenta uma exposição doutrinária, após uma exortação ética, interligando ambas, como aqui, pela conjunção “pois” ou equivalente (ver Ef 4:1; Cl 3:5).

Cf. O Tema Principal da Epístola aos Hebreus
Cf. O Perigo da Incredualidade
Cf. Qualificação e Obra de Jesus como Sumo Sacerdote
Cf. O Ministério de João Batista

Além disso, é digno de nota que as admoestações éticas desta e doutras epístolas do Novo Testamento, quer sejam ou não de Paulo, têm forte semelhança com o ensino ético de Cristo registrado nos evangelhos. Na verdade, elas se baseiam na “lei de Cristo”, como lhe chama Paulo (Gl 6:2; ver 1 Co9:21).

De maneira particular, pode-se traçar uma impressionante lista de paralelos entre 12:3-13:14 e o Sermão do Monte. Embora não existisse nesse tempo nenhum dos nossos evangelhos canônicos, o ensino de Cristo registrado neles era corrente nas igrejas — certamente em forma oral, e talvez também na forma de sumários escritos.

1. Que apresenteis os vossos corpos. Ver 6:13, 19; o verbo grego aqui é o mesmo que ali é traduzido por “oferecer”. Agora Paulo expõe com mais pormenores aquilo que está envolvido em apresentar-se os cristãos a Deus para serem usados no Seu serviço.

Sacrifício vivo. A nova ordem tem os seus sacrifícios, que não consistem nas vidas de outrem, como os antigos sacrifícios de animais (ver Hb 13:15s.; lPe2:5).

O vosso culto racional. AV e RV: “O vosso serviço racional” ou “razoável”. RVmg. e RSV traduzem: “Vosso culto espiritual”; NEB: “O culto oferecido pela mente e pelo coração” (mg: “O culto que vocês, como criaturas racionais, devem oferecer”). O substantivo é latreia, já usado em 9:4 com referência ao “serviço de Deus” (AV, RV) ou o “culto” (RSV, AA; ver NEB: “o culto do templo”) instituído para os israelitas. O adjetivo é logikos (derivado de logos), que pode significar “razoável”, “racional” (o serviço prestado por vidas obedientes é a única resposta razoável ou lógica à graça de Deus)' ou “espiritual”, como em 1 Pedro 2:2, onde o “leite da palavra” (AV) é expressão traduzida mais apropriadamente por “leite espiritual” em RV, RSV, NEB e AA. Aqui talvez seja preferível “culto espiritual”, em contraste com as exterioridades do culto do templo de Israel.

Cf. Cristologia: Estudo sobre Jesus Cristo
Cf. Teologia Bíblica e o Cânon
Cf. Literatura no Judaísmo
Cf. Tradição Apocalíptica

2. E não vos conformeis com este século. AV: “...com este mundo”. “Este século” (aiõn), como em 1 Coríntios 1:20, 3:18; 2 Coríntios 4:4; Gálatas 1:4, distingue-se de “século vindouro” (como ocorre em Ef 1:21: “não só no presente século, mas também no vindouro”). Conquanto seja chamado “Este inundo perverso” (ou “este presente século mau”) (Gl 1:4, RVmg.), e seja dominado pelo “deus deste século” que cega a mente dos incrédulos (2Co4:4, RVmg. e AA), ainda assim é possível às pessoas pertencer temporariamente a “este século” para viverem como herdeiros do século vindouro, da era de renovação e ressurreição. São aqueles sobre os quais “os fins dos séculos têm chegado” (RV, AA), para os quais, visto que são “uma nova criação” em Cristo, “as cousas antigas já passaram, eis que se fizeram novas” (2 Co 5:17, RSV). É pelo poder do Espírito neles, penhor da sua herança no século vindouro, que podem resistir à tendência de viverem ao nível “deste século”.

Transformai-vos. O verbo grego é metamorphoõ, traduzido por “transfigurar-se” nas narrativas da transfiguração em Mateus 17:2; Marcos 9:2. O único outro lugar onde aparece no Novo Testamento é 2 Coríntios 3:18, referindo-se aos crentes “transformados” na imagem do Filho “de glória em glória” (ou “de um grau de glória a outro”, RSV) pela operação do “Senhor, o Espírito” — passagem que é útil comentário a este.

2. A Vida Comum dos Cristãos (12:3-8). A marca das obras das mãos de Deus é a diversidade, não a uniformidade. Assim é com a natureza; é assim também com a graça, e em nenhum lugar mais do que na comunidade cristã. Nesta há muitos homens e mulheres das mais diversas espécies de origem, ambiente, temperamento e capacidade. E não só isso, mas, desde que se tornaram cristãos, são também dotados por Deus de uma grande variedade de dons espirituais. Entretanto, graças a essa diversidade e por meio dela, todos podem cooperar para o bem do todo. Seja qual for a espécie de serviço que se deva prestar na igreja, que seja feito de coração e com fidelidade pelos que são qualificados por Deus, quer seja a profecia, o ensino, a exortação, a administração, as contribuições materiais, a visitação aos enfermos, quer a realização de qualquer outra classe de ministério.

Para ilustrar suas palavras, Paulo usa a figura do corpo humano, como já fizera em 1 Coríntios 12:1227. Cada parte do corpo tem sua função característica a desempenhar e contudo, num corpo sadio, todas as partes funcionam harmoniosa e Interdependentemente para o bem do corpo todo. Assim deve ser na igreja, que é o corpo de Cristo.

Cf. Título do Livro de Apocalipse
Cf. Teologia do Livro de Apocalipse
Cf. Introdução Geral ao Livro de Apocalipse
Cf. Fundo Histórico do Livro de Apocalipse

3. Pela graça que me foi dada. Isto é, a “graça” ou o dom do apostolado(ver 1:5, 15:15). Conforme o versículo 6, cada membro da igreja recebeu uma “graça” especial neste sentido, a qual deve ser exercida para o benefício de todos. A medida da fé. “Fé” aqui tem sentido bem diferente do que tem na primeira parte da epístola. Aqui indica o poder espiritual dado a cada cristão para o desempenho da sua responsabilidade especial. Ver “segundo a proporção da fé” no versículo 6(NEB: “em proporção à fé que um homem tem”).

5. Um só corpo em Cristo. Compare-se isto com 1 Coríntios 12:27: “vós sois corpo de Cristo”. Em 1 Coríntios e em Romanos o corpo humano é mencionado simplesmente como uma ilustração da vida corporificada dos cristãos, mas a idéia é levada muito mais longe em Colossenses e em Efésios. Nestas últimas epístolas dá-se ênfase à relação que a igreja, como corpo, mantém para com Cristo, como a Cabeça. Nelas não há possibilidade de um membro comum da igreja ser comparado com a cabeça, ou com uma parte da cabeça (como acontece em 1 Co 12:16s., 21). Nelas, ainda, deixa-se de falar do corpo como simples simile e se torna deveras o mais eficaz termo que o apóstolo pôde encontrar para exprimir o elo vital que une a vida dos crentes à vida da ressurreição de Cristo.

8. Com liberalidade. AV: “Com simplicidade”. NEB: “De todo o seu coração”. O que preside. O exercício da administração na igreja é um dom tão verdadeiramente espiritual como qualquer dos outros mencionados. Quem exerce misericórdia. NEB: “Se você dá socorro a outros que estão em aflição.”

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Páscoa: Uma Festividade de Salvação

SALVAÇÃO, PÁSCOA, FESTIVIDADE, ESTUDO
Os israelitas eram escravos no Egito sob um opressivo faraó. Durante esse período, Iahweh suscitou Moisés para conduzir Seu povo à liberdade. Depois de Deus trazer nove pragas sobre o Egito, Moisés anunciou a décima. Iahweh golpearia o primogênito de toda família egípcia. (Êxodo 11:1-10) Mas os israelitas poderiam ser poupados. Como? Por abaterem um cordeiro, aspergirem seu sangue nas ombreiras e verga da porta e permanecerem dentro de casa comendo uma refeição de cordeiro, pão não-fermentado e ervas amargas. Durante esse Seder, Deus ‘passaria por alto’ sem matar seus primogênitos. — Êxodo 12:1-13.

Em reação a essa décima praga, Faraó disse a Moisés: “Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto vós como os demais filhos de Israel, e ide, servi a Iahweh.” (Êxodo 12:29-32) Depois que os hebreus e a simpatizante “vasta mistura de gente” partiram, Faraó mudou de idéia e foi ao seu encalço. Daí Deus ajudou milagrosamente seu povo a escapar através do mar Vermelho, onde Faraó e seu exército perseguidor morreram. — Êxodo 12:38; 14:5-28; Salmo 78:51-53; 136:13-15.

Moisés disse a Israel junto ao mar Vermelho: “Não tenhais medo. Mantende-vos firmes e vede a salvação da parte de Iahweh, que ele realizará hoje para vós.” Mais tarde, eles cantaram: “Minha força e meu poder é Jah, visto que ele me é por salvação. Este é meu Deus, e eu o elogiarei.” (Êxodo 14:13; 15:2) Sim, o livramento de Israel, tanto da décima praga como do mar Vermelho, foi uma salvação. O salmista podia acertadamente descrever a Iahweh como Deus “que realiza uma grandiosa salvação no meio da terra”. — Salmo 68:6, 20; 74:12-14; 78:12, 13, 22.

Cf. Título do Livro de Apocalipse
Cf. Teologia do Livro de Apocalipse
Cf. Introdução Geral ao Livro de Apocalipse
Cf. Fundo Histórico do Livro de Apocalipse

Os hebreus deviam guardar a Páscoa como ato comemorativo de salvação. Deus disse: “Este dia terá de servir-vos de recordação e tereis de celebrá-lo como festividade a Iahweh nas vossas gerações.” (Êxodo 12:14) A cada refeição pascoal, ou Seder, o pai devia trazer à lembrança de sua família essa salvação. Iahweh instruiu: “Quando os vossos filhos vos disserem: ‘Que significa para vós este serviço?’ então tereis de dizer: ‘É o sacrifício da páscoa a Iahweh, que passou por alto as casas dos filhos de Israel no Egito quando feriu os egípcios, mas livrou as nossas casas.’” — Êxodo 12:25-27.

Guardarem os judeus até hoje o Seder pascoal confirma a historicidade desse relato. Algumas de suas práticas, porém, diferem do que Deus instruiu. As Origens do Seder (em inglês) diz: “Na Bíblia há considerações extensas sobre a Páscoa e a Festividade dos Pães Não Fermentados; contudo, estas descrições não correspondem a posteriores observâncias desse dia santo. Em especial, o ritual bíblico se centraliza no sacrifício pascoal, o que na literatura pós-bíblica não mais ocupa uma posição central.” A razão principal é que os judeus não têm um templo para sacrifícios animais.

Os cristãos podem beneficiar-se do estudo de todas as festividades que Deus deu ao antigo Israel. Jesus, um judeu, guardava a Páscoa. Na última vez que o fez, ele delineou a única celebração divina para os cristãos — a Ceia do Senhor, o ato comemorativo da morte de Jesus para nossa salvação. Portanto, essa celebração cristã tem relação com a Páscoa.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Eleição de C. H. Spurgeon [BAIXAR]

BAIXAR, C. H. Spurgeon, ELEIÇÃO, LIVRO


A Eleição dos cristãos é um dos temas mais controversos do Novo Testamento; uma das abordagens mais claras sobre o assunto foi efeita em um sermão por C. H. Spurgeon.
Neste sermão, C. H. Spurgeon, o “príncipe dos pregadores” arma: “Não estou pregando aqui nenhuma novidade; nenhuma doutrina nova. Gosto muito de anunciar essas antigas doutrinas que foram também anunciadas pelo Senhor Jesus Cristo. Por meio da doutrina da eleição, viajo ao passado e contemplo os pais da igreja, os mártires, os reformadores levantando-se e apertando minha mão. Essas antigas verdades são o padrão de minha fé e nelas contemplo a pátria de antigos cristãos; multidões que confessavam as mesmas verdades que defendo e que reconheceram que essa é a religião da própria igreja de Deus”. (Casa da Bíblia Online)


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Filho do Homem Glorificado em Apocalipse

SIMBOLOS, SIGNIFICADO, JESUS, GLORIFICADO, APCOALIPSEUm traço que valoriza esse livro é o fato ocorrido em seu começo, a saber, a Revelação de Jesus Cristo. Em todo esse revelador simbolismo está o nosso Senhor:

Natureza: ele é o Alfa e o Omega, Senhor, Palavra, Jesus, Cristo, Rei, Mestre, Cordeiro, Leão, Noivo e Estrela da Manhã.

Atividades: ele corrige a Igreja, restaura os judeus, julga o mundo, Satanás (e suas hostes malignas) e reina como Rei.

Relacionamentos: Com o Pai, o Espírito Santo, os anjos, os santos, os pecadores, o céu, a terra e o inferno.

Habershon observa que o "prefácio" de João "estabelece uma conexão entre Apocalipse e as Parábolas, porque elas também eram primeiramente uma revelação do próprio Deus ao Senhor Jesus Cristo e deste aos seus servos, das coisas que em breve aconteceriam. Mateus não era o autor das parábolas das quais se recordou, e nem João era autor das visões a que se referiu. Por ser o Senhor Jesus o autor tanto de Apocalipse como das parábolas, devemos encontrar em ambos os mesmos simbolismos. Ele se apresenta em Apocalipse, assim como nas parábolas, como Rei, Mestre, Dono da Vinha, Esposo, Pastor, Conquistador e Juiz, enquanto dos homens se diz que são súditos, ovelhas, fruto da terra, virgens e comparativamente sob a figura de uma mulher e uma noiva".

As visões, que João teve, eram sem dúvida a continuação das histórias que ouvira dos lábios de Jesus, em cujo peito se reclinava. João tinha visto o seu Senhor em humilhação; agora ele o vê em glória. Tendo o apóstolo "ouvidos para ouvir" pôde alistar as parábolas do Mestre e, agora, com "olhos para ver" contempla em visões a sua majestade e poder conquistador.

A saudação (1:4-6) não é apenas de João às igrejas, mas também dos "sete espíritos que estão diante do seu trono". Não há sete "espíritos santos". Devemos entender que esses sete espíritos aqui são a sétupla manifestação do Espírito de Deus (Is 11). Então a mente espiritual pode discernir preciosas verdades em Cristo como Príncipe, e em nós mesmos como reis e sacerdotes.

Na visão, "uma grande voz, como detrombeta" disse: "Eu sou o Alfa e o Omega, o primeiro e o último". Esses dois nomes são a primeira e a última letra do alfabeto grego, e declaram que Jesus é o Princípio e o Fim, e tudo o que há entre ambos. Temos então uma sétupla descrição de Cristo em sua esplêndida capacidade judicial, por estar ele entre os sete candeeiros de ouro: "Sua cabeça e seus cabelos eram brancos como a alva lã, como neve".

Essa maravilhosa linguagem é análoga à visão que Daniel teve do "ancião de dias, cujas roupas eram brancas como a neve, e os cabelos de sua cabeça como a pura lã" (Dn 7:9). Branco simboliza "pureza" e, quando aplicado aos cabelos, denota idade avançada. A vida de Cristo entre os homens caracterizou-se por uma santidade imaculada. "Qual de vós me convence de pecado?" (Jo 8:46). Aqui, seus cabelos brancos referem-se à sua ancestralidade, dignidade patriarcal e à venerabilidade de seu caráter. Como o Eterno, ele nunca envelhece, e então seus cabelos não se tornam brancos pela idade.

"Seus olhos como chamas de fogo". Nas Escrituras, fogo expressa a divina santidade e justiça. Os olhos de Jesus olhavam furiosamente os que rejeitaram o seu clamor, e estavam muitas vezes turvados pelas lágrimas de sua tristeza quanto ao pecado. Agora os seus olhos queimam com "chamas oniscientes". Quando ele vier para julgar a terra, todas as coisas estarão descobertas e patentes, diante de sua penetrante observação.

"Os seus pés eram semelhantes ao bronze reluzente, como que refinado numa fornalha". Bronze simboliza juízo merecido, como mostra a serpente de bronze no mastro (Jo 3:14). Os pés de Jesus, possuidor ainda das marcas dos pregos, serão como "bronze reluzente" quando ele descer para pisar e esmagar o Anticristo e também Satanás, com os seus pés, na ira do Deus Todo-Po-deroso (Ap 19:15).

"Sua voz como o som de muitas águas". Essa expressão figurada é passível de múltiplas interpretações, pois os movimentos das águas são variados. Temos o melodioso e musical murmúrio do riacho ou o poderoso estrondo das quedas duma cachoeira. Quando ele vier em poder e glória, os seus serão consolados com as notas de ternura em sua voz, mas quão aterrorizantes serão as suas palavras quando vier como Juiz de toda a terra para sentenciar os condenados e o diabo (Mt 25:41)!

"Tinha ele em sua mão direita sete estrelas". Biblicamente, a mão direita denota lugar de honra, autoridade, responsabilidade. As sete estrelas eqüivalem aos anjos das sete igrejas às quais Jesus escreveu. Anjos não denota apenas mensageiros angelicais, ou ministros, mas homens como tais. Aqui os representativos líderes da igreja são apresentados como os que receberam suas funções e poderes daquele que os segura em sua mão direita. Como estrelas, deveriam refletir a glória de Cristo.

"Da sua boca saía uma afiada espada de dois gumes". A espada é um emblema da Palavra de Deus (Ef 6:17; Hb 4:12). Possuidora de dois gumes, pode cortar em ambos os sentidos. Se a Palavra não salva, mata. Será assim na destruição dos inimigos de Cristo, quando ele vier ferir as nações (Ap 19:11-15).

"Seu rosto era como o sol, quando resplandece em sua força". Glória e majestade brilhavam em seu rosto na Transfiguração (Mt 17:2). Quando ele voltar como "o sol da justiça" (Ml 4:2), uma sétupla glória irradiará de seu poderoso e brilhante rosto. Esse brilho suprirá toda a necessidade de iluminação da Nova Jerusalém (Ap 21:23).

Cf. Teologia do Livro de Apocalipse
Cf. Perspectiva do Livro de Apocalipse
Cf. Estilo do Livro de Apocalipse
Cf. Interpretação Historicista do Livro de Apocalipse