2009/06/25

Comentário de João 18:17

Então disse a Pedro, a donzela que guardava a porta,... Ela estando aliviadcomentario biblico, evangelho de joão, novo testamentoa, quer pelo seu pai, se for o porteiro, ou por um colega agente, que teve a oportunidade de entrar na sala, onde estava Pedro, e foi curioso ao observá-lo, quem ele deveria ser, de que essa pessoa deveria ser de nota, visto ser ele admitido, quando um assunto de tanta importância e privacidade estava em transações; e quer pelo idioma de Pedro, ou a aflição que apareciam em seu rosto: ela tinha visto ele no templo, ou em alguma parte da cidade com Jesus, se dirigindo a ele dessa maneira:

Não és tu também um dos discípulos desse homem? Ela fala de Cristo no dialeto vulgar dos judeus, chamando-lhe “este homem”; não apenas o considerando um mero homem, mas um homem inútil, e sabendo que ele tinha discípulos, o acusa de ser um deles, quando ele, todos tendo fugido de medo, não esperava que tal pergunta lhe fosse colocada, sem qualquer outro pensamento, precipitada e de repentinamente.

Ele disse, eu não sou: Ele nunca negou que Cristo era Deus ou o Filho de Deus, ou que ele tinha vindo em carne e osso, ou que ele era o Messias e Salvador dos pecadores, mas quer ele não soubesse o que disse a empregada, ou a pessoa de quem ela falou isso, ou, como aqui, de que ele não era um dos seus discípulos, o que era uma mentira muito grande, e muitos são os agravos de sua queda, que veio a acontecer, logo como nunca antes; e que por meio de uma empregada doméstica, uma agente camareira, foi ele descoberto; e, à princípio, talvez, eles estivessem sozinhos, e a pergunta sendo assim não estaria em uma forma virulenta, nem procederia de maldade, mas comiseração de fazê-la; e ele ainda não tinha resolução suficiente para si afirmar como um discípulo de Jesus; o que ele poderia ter feito, e com toda a probabilidade, ter fugido: e que ele que tinha tanta confiança como a ponto de dizer: todos podem negar-te, exceto eu;
[1] embora tivesse coragem suficiente para desembainhar a sua espada, e decepar a orelha do servo do sumo sacerdote, mesmo assim, em poucas horas depois, não teve espírito suficiente para se afirma discípulo de seu mestre diante de uma simples empregada!

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Notas

[1] Cf. Mateus 26:33. N do T.

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