2019/08/19

Interpretação de Deuteronômio 3

Interpretação de Deuteronômio 3

Interpretação de Deuteronômio 3

Deuteronômio 3

3:2. porque a ele .. . dei na tua mão. O avanço contra Ogue também foi sob ordens divinas, acompanhadas da promessa de sucesso (cons. 2:24, 25); e novamente a vitória foi concedida pelo Senhor (3:3).
5. Fortificadas com altos muros. A altura das fortificações inimigas não devia despertar o medo no exército do Senhor, nem o tamanho do seu rei (v. 11; cons. 2:11, 20).
8-11. Aqui o autor resume os resultados das vitórias de Israel em Jaza (2:32) e Edrei (3:1).
12-20. Foi concedido a Moisés ver o começo da conquista sob sua liderança e também a distribuição da terra entre as tribos. Veja. este acontecimento posterior em Números 32.
12. Esta terra... dei aos rubenitas e gaditas. As tribos de Rúben e Gade tomaram a iniciativa em pedir a terra recém-conquistada. Mas quando Moisés atendeu o pedido, levou em consideração os triunfos particularmente obtidos no norte pelas famílias manassitas de Maquir, Jair e Noba (v. 14; cons. Nm. 32:39-42). A esta meia tribo de Manassés foi concedido o território de Ogue, isto é, Gileade ao norte de Jaboque e Basã (Dt. 3:13, 15 ; cons. Js. 13:29-31). A Rúben e Gade foi concedida a terra de Siom desde o Jaboque ao sul de Gileade até o Arnom, ficando a tribo de Gade localizada ao norte de Rúben, com suas fronteiras logo acima do Mar Morto. Gade também recebeu o Vale do Jordão até o Mar de Quinerete (veja Dt. 3:12, 16, 17; cons. Js. 13:15-28).
18. Passai, pois, amados. A condição estrita estipulada às duas tribos e meia que receberam terras fora de Canaã, era que tinham primeiro de cumprir com sua responsabilidade de participar da conquista de Canaã (Nm. 32: 6.32). A profunda preocupação de Moisés com este assunto aparece novamente aqui no tratado deuteronômico (vs. 18.20).
21-29. Exceto pela cerimônia da renovação da aliança propriamente dita, a conquista e a distribuição da terra à leste do Jordão encerrou a obra de Moisés.
24. Passaste a mostrar. . . a tua grandeza. Nestas realizações o servo de Deus testemunhou a diligente entrada de Israel na posse de sua herança. Mas por mais que ele desejasse ver o cumprimento das promessas de Deus em Canaã – rogo-te que me deixes passar (v. 25) –, não recebeu a permissão de atravessar o Jordão, mas de apenas olhar por cima dele (v. 27; cons. Nm. 27:12 e segs.; Dt. 34:1 e segs.).
26. A respeito deste texto, veja 1:37; 4:21, 22. A obrigação final de Moisés, portanto, foi estimular o povo a conquistar em nome do Senhor (v.22) e transmitir a Josué a liderança da conquista (vs. 21, 28; cons. Nm. 27: 18-23; Dt. 1:38; 31:7, 8, 14, 23). A referência a Bete-Peor na identificação do sítio destes atos finais de Moisés (Dt. 3:29; cons. 4:46) recordam outros acontecimentos que transpiraram durante o acampamento de Israel ali (cons. Nm. 22:25).


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