Explicação de Ezequiel 41

Explicação de Ezequiel 41

Explicação de Ezequiel 41




Ezequiel 41 

41.1 Ao templo. É o próprio Santuário que se estende além do vestíbulo. Os pilares. Não são colunas, mas sim as ombreiras da porta que indicam a espessura do muro; veja as duas palavras juntas em 40.49.
41.2 Os lados da entrada. A largura do muro a cada lado da porta, o que quer dizer que a porta de dez côvados estava dando para o santuário de vinte côvados de largura. A profundidade. Isto deve se referir ao comprimento do santuário, que ficará de acordo com a medida total de cem côvados para o templo com o vestíbulo e tudo (13).
41.3 Penetrou. Quer dizer “entrou além” para o Santo dos Santos (4). O profeta não foi levado junto, compare v. 1. As medidas da entrada referem-se à entrada deste lugar sagrado.
41.4 O seu comprimento. Como na Segunda parte do v. 2, essas medidas se referem ao recinto com o qual a entrada se comunica (3).
41.6 As câmaras laterais. São construídas segundo o plano do templo de Salomão (1 Rs.6.5-8).
41.7 Daí ter o templo mais largura em cima. Se as câmaras ficam mais largas, o templo fica mais diminuído, segundo o tamanho das reentrâncias. O heb diz: “segundo isto, a largura da templo por andar”, o que tem lógica.
41.12 Edifício. Ficava imediatamente atrás do templo; talvez, era um parbar (heb de 1 Cr 26.18), um pavilhão de verão.
41.15 Propriamente dito. É o corpo do templo, santuário, que exclui o vestíbulo e o Santo dos Santos.
41.22 O altar. O único móvel no novo templo; era equivalente à mesa dos pães da proposição que ficava no lugar Santo do Tabernáculo original, o do deserto (Êx 25.23-30). O altar propriamente dito vai ser descrito em 43.10-17.
41.25 Querubins. Aqui consta como artigo de enfeite religioso segundo os modelos tradicionais (19) que já eram populares antes das visões que Ezequiel tivera (1.5-14). Palmeiras. • N. Hom. Estas árvores sobrepujam as demais em longevidade, utilidade, altura, retidão, beleza, primando pelo seu poder de tirar alimento do deserto árido, e de alimentar em seu turno os viajantes e esgotados. É por isso que os dois enfeites tolerados no templo eram estes: os querubins que são a revelação da glória divina e as palmeiras que simbolizam o ser humano religioso, crescendo na luz da glória divina (2 Co 3.18), com raízes alimentadas pela palavra de Deus (Sl 1.2-3), produzindo seu fruto pela comunhão com o Senhor Jesus Cristo (Jo 15.1-11).

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