2019/08/24

Apocalipse 16 — Explicação das Escrituras

Apocalipse — Explicação das Escrituras

Apocalipse 16 — Explicação de Apocalipse




Apocalipse 16

16.2 Malignas. Emana um odor repugnante. Recai sobre os adoradores da besta a sexta praga que abalou o Egito na época de Êxodo (Êx 9.10).
16.3 Sangue. Igual à primeira praga do Egito. Ser vivente. A primeiro vida animal que Deus criou na terra, foi no mar (Gn 120). Agora, as águas do mar deixam de sustentar a vida e provocam morte e putrefação (cf. Êx 7.17-21).
16.4 O terceiro. O derramamento desta taça atinge um alcance mundial, estendendo a praga descrita no versículo anterior.
16.8 O sol. O Sol, sob mandato do Criador, passa a emitir raios que chamuscam os ímpios. Mas estes são tão empedernidos que, no meio do sofrimento e sabendo que é Deus quem os perturba, continuam a blasfemar de Deus. O coração se endurece, dos que sistematicamente rejeitam a Deus. Embora a finalidade dos flagelos seja levar os iníquos ao arrependimento, não se arrependem (cf. Am 4.6-13).
16.10 O trono do besta. Finalmente, a ira divina atinge o próprio tronco do reino da besta. Trevas enegrecem seus domínios, causando e aumentando terríveis dores nos seus súditos. Trevas. A nona praga do Egito (Êx 10.21-23).
16.11 Blasfemaram. Falaram ainda mais contra Deus, pois sua revolta não permitira o arrependimento que exigia a humilhação. Tanto os castigos largados sobre Faraó, como os derramados sobre o império do anticristo, servem para aumentar o endurecimento dos ímpios que deliberadamente escolhem o mal.
16.12 Secaram. Heródoto conta assim a história da queda da antiga cidade de Babilônia: o Rio Eufrates corria pelo meio da cidade, entrando e saindo por baixo das muralhas. Em 539 a.C. os persas fizeram um desvio do rio. O leito antigo se transformou em estrada aberta para o exército de Ciro penetrar na cidade. Assim também virá de maneira inesperada a invasão da herdeira da civilização pagã, seja a Roma, seja o centro do império do anticristo (v. 15).
16.13 Rãs. Representam a inspiração demoníaca da besta e seu profeta (Cf. 13.11ss).
16.15 Ande nu. Não estar preparado espiritualmente para se encontrar com Cristo (3.18; Mt 22.11-13). • N. Hom. Pronto para a Vinda de Cristo: 1) Sabe que Cristo vem repentina, mas não inesperadamente . (1 Ts 5.4; 1 Co 15.52; Mt 24.36-44). 2) Vigia (gr gregoreõ ”ficar acordado”) contra o esfriamento do seu amor a Cristo, ainda que o Dia demore (Lc 12.35-39; 1 Pe 1.13; 5.8; 2 Pe3.8-12); 3) Reveste-se da justiça de Cristo (Mt 22.11; Rm 13.14; Gl 3.27), lavando suas vestes no sangue do Cordeiro (Ap 7.13-14).
16.16 Armagedom. Transliteração do heb har megiddo, “a colina de Megido”, que domina a planície de Jesreel (ou Esdralom). Esta foi palco das maiores batalhas na antiga história de Israel. Aqui foram derrotados os cananeus liderados por Jabim (Jz 4.2). Aqui venceu Gideão com seus 300 escolhidos (Jz 7). Aqui o rei Saul morreu derrotado (1 Sm 31). Aqui sobreveio a morte vergonhosa à rainha Jezabel (2 Rs 9.33ss). Aqui o Faraó Neco matou o piedoso rei Josias (2 Rs 23.30). Simboliza a última luta escatológica entre o povo de Deus e as forças do Maligno (cf. Sl 2.2 e 3; Is 5.26-30; Jr 6.1 -5; Ez 38).
16.19 Babilônio. Sede do poder da besta e do paganismo organizado, simbolizado em Roma do primeiro século. Esse centro do poder do anticristo será obliterado por terrível terremoto. Compare a Jerusalém em 11.13.
16.21 Saraivada. Chuva de pedras que pesam c. 30 kg cada (um talento).

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