2016/03/27

João 11 — Explicação das Escrituras

João 11 — Explicação de João

João 11 — Explicação de João





João 11   

11.1 Betânia fica a 15 estádios (18), ou cerca de 3 km de Jerusalém.
11.2 Ungiu. Cf. 12.3. Maria. Cf. Lc 10.38ss, Mc 14.3.
11.4 A fim... glorificado. A ressurreição de Lázaro: 1) mostrou o poder divino de Jesus; 2) provocou os judeus a tentar eliminá-lo pela crucificação (11.47-57) que resultou na sua glorificação.
11.6 Demorou. Cf. as demoras de Jesus em 2.4; 7.6ss.
• N. Hom. Duas Provas na Escola de Jesus A. Prova de fé na Sua palavra. Realmente Maria e Marta confiavam que Jesus 1) era amigo chegado; 2) amava a Lázaro (3); 3) ficou informado (4) e prometera que a doença não “era para morte” (4), embora o irmão querido tivesse morrido. B. Prova de lealdade dos discípulos: 1) desafiados a enfrentar novamente a ameaça da morte com Jesus (7, 8); 2) a solução não está na fuga (andar de noite), mas em ficar ao lado de Cristo (andar de dia),e obedecer às Suas ordens (ver a luz). Conclusão: contra o desespero das irmãs, Jesus dá vida a Lázaro; os discípulos não sofrem nenhum dano; pelo contrário, testemunham a ressurreição de Jesus em Jerusalém no primeiro domingo da Páscoa.
11.9 Doze as horas. O plano de Deus não permite o “por acaso”.
11.12 Estará salvo (gr sõlhesetai). Tem dois sentidos: 1) recuperação física (43s); 2) ressurreição no último dia-(5.25, 29n; Rm 5.10).
11.16 Tomé era leal ainda que duvidoso (20.24ss). Dídimo. Gêmeo.
11.19 Muitos. A família de Lázaro era proeminente. O milagre foi presenciado por um grande público que se dividiu na opinião (45).
11.21 Se estiveras aqui (32). Revela um sentido profundo a respeito da escatologia da Igreja, i.e., ainda que o Senhor demore para voltar. Sua presença espiritual é necessária para alimentar a esperança da ressurreição em face da morte.
11.24 Na ressurreição no último dia não é toda a esperança do crente.
• N. Hom. 11.25,26 A pessoa e obra de Cristo transformam a realidade da morte. 1) Os crentes mortos de todos os tempos (como Lázaro) serão ressuscitados (25b). 2) Os crentes que crêem em Cristo e compartilham de Sua vida são transformados pela morte e pela ressurreição de Cristo para gozar da vida eterna agora (26). Conclusão: a morte física não passa de um intervalo temporário até a ressurreição (11-13; 1 Ts 4.13s; 1 Co 15.55), Cristo proporciona a vida aos mortos física e espiritualmente (cf. 5.24ss).
11.27 Que devia vir. Uma frase que indica o Messias (4.25; Mt 11.3; Lc 7.20). Marta confessa sua fé real (cf. 4.29; 5.15; 6.69; 9.33, 38).
11.33-36 Agitou-se. A emoção do Senhor foi Sua reação de simpatia junto aos amigos (33, 36) e indignação com a maldição da morte. No espírito, não o Espírito Santo, mas em Si mesmo.
11.37 De muito mais valor seria a ressurreição para a vida eterna (26) do que um simples milagre de restabelecimento físico.
11.39 Quatro dias. Parece que havia uma opinião geral no judaísmo que a alma deixa o corpo três dias após a morte (contraste Mc 5.35).
11.40 A ressurreição será a culminante manifestação da glória de Deus para todos crerem; os líderes, porém, não vêem mais do que seu poder ameaçado (46-57; cf. 9.41).
11.41 Graças te dou. Jesus orara antes. Ele queria mostrar que o poder vem do Pai.
11.43 Clamou... Cf. 5.25; 1 Ts 4.16 “...sua, palavra de ordem”.
11.44 Desatai-o. No seu próprio caso Jesus não precisou ser liberado dos lençóis (19.40), sendo que o corpo espiritual (1 Co 15.44) não encontrou impedimento na matéria: Ele atravessou o invólucro de panos que o envolveu (20.8n).
11.45,46 A reação dos simpatizantes era a fé: a dos líderes era maquinar Sua morte. Temeram: 1) um número crescente de seguidores de Jesus; 2) a destruição do templo e Jerusalém pelos romanos (João nota isto ironicamente porque de fato isto ocorreu em 6670 d.C.).
11.48 Nosso lugar, o templo, que era o “lugar santo” dos judeus.
11.49 Naquele ano. Quer dizer o ano em que Cristo foi crucificado.
11.51 Profetizou. O sumo sacerdote deveria ser o portador da voz de Deus (bath kol) Pela (gr huper, “no lugar de”). A morte substitutiva de Jesus foi anunciada pelo sumo sacerdote que uma vez por ano fazia expiação pela nação no Santo dos Santos (Hb 9.7ss). Mais ele mesmo não sentia nenhuma necessidade do sangue de Cristo para purificar os seus pecados.
11.52 Reunir em um só (corpo, não está no gr). Caifás pensava na volta à Palestina dos israelitas espalhados pelo mundo. Noutro sentido, os verdadeiros filhos de Deus (judeus e gentios) serão reunidos pela morte de Cristo na Igreja Universal (10.16; 12.32).
11.54 Efraim, pode ser uma vila perto de Betel, a 25 km de Jerusalém.
11.55 ...a Páscoa... Esta frase está em 2.13 que inicia o trecho sobre a purificação do templo. Os judeus subiam para se purificarem (por imersão e roupas limpas) enquanto Jesus purificará por Si próprio os Seus discípulos antes da festa da Páscoa (13.1-11; 15.3).

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