2019/08/24

Apocalipse 22 — Explicação das Escrituras

Apocalipse — Explicação das Escrituras

Apocalipse 22 — Explicação de Apocalipse




Apocalipse 22

22.1 Rio da água da vida. Simboliza que a nossa salvação foi iniciada e consumada por Deus e pelo Cordeiro. O rio da graça procede do trono de Deus e do Cordeiro (cf. Ez 47.1) e fluirá por toda a eternidade.
22.2 Árvore da vida. Esta seria a árvore proibida a Adão e Eva depois da queda (Gn 3.24). Agora está à disposição de todos os justificados. Os frutos e as folhas desta árvore simbolizam a transbordante abundância e a consumação da nossa salvação que Cristo trouxe na Sua vida e morte por nós (Jo 1 0.10).
22.3 Servos o servirão. Lit. “escravos prestarão culto a Ele”. No reino eterno (1 Co 15.28) a plena soberania de Deus e Cristo será aceita com júbilo. Assim se cumprirá a petição de Mt 6.10.
22.4 Contemplarão. Em toda a Bíblia se nega a possibilidade do homem pecador contemplar a face de Deus (Êx 33.20; Jo 1.18). Em Cristo, porém, já não existe mais condenação (Rm 8.1).
22.7 Profecia deste livro. Uma reivindicação de veracidade e de autoridade divina (Cf. vv. 18-19).
22.9 O Apocalipse é a revelação de Jesus Cristo, mas as visões foram transmitidas para João através de um anjo (v. 16). Teus irmãos, os profetas. João aqui está sendo reconhecido como porta-voz de Deus, assim como os demais profetas do AT e do NT.
22.10 Não seles. Ao contrário do profeta Daniel, João recebe a ordem de não selar sem livro “até o tempo do fim” (cf. Dn 8.26; 12.4, 9). O Apocalipse é revelado para a Igreja em todas as gerações, inclusive a de João. O tempo está próximo. Assim também durante a passagem dos anos a Igreja deve viver na expectativa purificadora da proximidade da segunda vinda (cf. 1 Co 7.29, 31).
22.11 Continue. Na medida em que o dia do cumprimento final das profecias do Apocalipse se aproxima, tanto mais difícil se torna uma transferência de lealdade. O livro demonstra a dureza dos impenitentes.
22.12 Galardão. Cf. as promessas de Cristo de galardoar os vencedores (Ap 2.7, 11, 17, 26-28; 3.5, 12, 21) e de retribuir aos rebeldes (21.8).
22.17 O Espírito e a noiva. Este é o último apelo evangelístico do Espírito pregado pela Igreja. • N. Hom. Os que anseiam pela Vinda de Cristo: 1) O Espírito, que inspira o profeta e ilumina a Igreja; 2) A Noiva, a Igreja ataviada (21.2; Ef 5.27); 3) Os que têm sede de justiça (cf. Mt 5.6; Is 55.1; Ap 21.6); 4) Os humildes que reconhecem que não têm nenhum mérito próprio para receber a salvação (Ef 2.8-9).
22.18,10 Este livro inspirado é para nosso eterno benefício e aviso. É a Palavra de Deus; não pode ser desprezado como palavra de homens, sem se lançar no arraial do inimigo e receber sua maldição.
22.20 Vem, Senhor Jesus. Esta oração traduz “Maranata” (1 Co 16.22). Esta palavra aramaica se repetia na ceia regularmente na Igreja Primitiva.


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