2016/10/05

Levítico 17 — Explicação das Escrituras

Levítico 17 — Explicação das Escrituras

Levítico 17 — Explicação das Escrituras



Levítico 17

17.1 Esta seção de leis que vieram de Deus para o povo de Israel, por intermédio de Moisés, no monte Sinai (26.46), é comumente chamada “Código de Santidade”, porque apresenta os condições que Deus requeria de Israel para que fosse realmente um povo santo. Estende-se até 26.45.
17.4 O mandamento de Deus exigia que todo o sacrifício de sangue fosse oferecido no Tabernáculo (mais tarde, no Templo em Jerusalém), e não onde quer que o homem escolhesse para si mesmo. O sacrifício certo, no lugar errado, ou feito de maneira errada nada valia; a desobediência nestas coisas traria a culpa do sangue, e não o perdão desejado.
17.7 Prostituem. A nação hebraica era simbolicamente casada com Jeová; tanto no Monte Sinai (Dt 4.13, 23), como nas planícies de Moabe (uma nova geração depois de a interior ter perecido), Dt 29.1. A prostituição simboliza a apostasia, a falta de fidelidade a Deus e, naquelas épocas, se relacionava mormente com a idolatria com seus ritos perversos. 17.10-14 A vida de um animal estava no seu sangue, Gn 9.4, e a vida era sagrada, pertencendo a Deus concedê-la ou retirá-la. O sangue era sagrado porque era usado nos sacrifícios, e simbolizava a vida que Jesus deu sobre a cruz para nos trazer a expiação, Hb 9.12-14, 22. Deus, proibiu a Noé comer sangue, Gn 9.4; aos cristãos gentios pediu-se que observassem este preceito para não ofender a seus irmãos judeus At 15.20.
17.11 Sangue. Como um princípio básico, a Escritura insiste que nenhuma expiação pelo pecado é possível sem o sacrifício de uma vida, da qual o sangue era uma representação visível. Quando se apresentava o sangue, era prova aceitável perante Deus que uma vida havia sido sacrificada. O sangue de Jesus satisfaz as condições que a justiça divina requer para a salvação do homem.
17.15 Quando um animal morria de alguma doença, ou era morto por algum outro animal, era provável que seu sangue não houvesse sido devidamente removido, portanto não podia ser uma comida lícita para o homem. Além disso, a doença que ceifou o animal podia ser ameaça à saúde daqueles que o comessem.

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