2017/11/30

Atos 24 — Comentário Devocional

24.1 - Os acusadores eram Ananias, o sumo sacerdote; Tértulo, o advogado: e vários líderes judaicos. Eles viajaram aproximada mente 96 quilômetros até Cesareia, a sede do governo romano na Judeia, a fim de apresentar suas falsas acusações contra Paulo. A trama de assassinato falhou (23.12-15), mas eles persistiram no intento de matá-lo. Os planos para assassinar Paulo foram premeditados e persistentes.

24.2ss - Tértulo era um orador especial, chamado para apresentar a acusação dos líderes religiosos diante do governador romano. Ele fez três acusações contra o apóstolo: alegou que Paulo (1) era um desordeiro, incentivava revoltas contra os judeus: (2) era o líder de uma religião não reconhecida, o que era contra a lei romana; e (3) tentou profanar o templo. Os líderes religiosos esperavam quo essas acusações persuadissem Félix a executar Paulo para manter a paz na Palestina. 24.5 Ao mesmo tempo que a acusação de ser um desordeiro era insultante para Paulo, era muito vaga para ser uma acusação substancial. A expressão “os nazarenos” se referia aos cristãos; aqueles que seguiam a Jesus, o Nazareno.

24.10ss - Tértulo e os líderes religiosos pareciam ter um forte argumento contra Paulo, mas o apóstolo refutou todas as acusações deles, uma a uma. Paulo também foi capaz de apresentar as Boas Novas por meio de sua defesa. Seus acusadores foram incapazes de apresentar uma evidência específica para sustentar as acusações. Por exemplo. Paulo foi acusado de iniciar um problema aos judeus na província da Ásia (24.18. 19), mas estes não estiveram presente no julgamento de Paulo para confirmar o fato. E Paulo usou todas as oportunidades que teve para testemunhar a respeito de Cristo (ver 24.14. 24).

24.22 - Félix foi governador por seis anos; ele conhecia o cristianismo (o “Caminho”), que era um tema comum nas conversas dos líderes romanos. O estilo de vida pacífico dos cristãos já havia provado aos romanos que eles não eram incitadores de revoltas.

24.25 - O diálogo de Paulo com Félix foi tão pessoal que Félix ficou temeroso. Ele. como Herodes Antipas (Mc 6.17.18). havia tomado a esposa de outro homem. As palavras de Paulo foram interessantes até enfocarem a “justiça, da temperança, e do Juízo vindouro”. Muitas pessoas ficariam contentes em discutir as Boas Novas com você, desde que a vida pessoal delas não fosse profunda mente confrontada. Quando isso acontece, alguns resistem, e outros fogem. Mas é nisto que o evangelho consiste: no poder de Deus para transformar vidas. O evangelho não é eficiente até que seus princípios e suas doutrinas se transformem em algo dinâmico, que proporciona mudança de vida. Quando alguém resistir ou fugir de seu testemunho, saiba que você teve, indubitavelmente, sucesso ao tornar as Boas Novas pessoais.

24.27 - Félix perdeu seu cargo de governador e foi chamado de volta a Roma. Pórcio Festo assumiu o governo da Judeia no fina: de 59 ou início de 60 d.C.. Este foi mais justo que Félix, que mantivera Paulo na prisão por dois anos, esperando que talvez o apóstolo o subornasse, o que contentaria os judeus. Quando Festo assumiu o cargo, pediu imediatamente a retomada do julgamento de Paulo.

24.27 - Os judeus eram a maioria, e os lideres políticos romanos queriam condescender com eles para ajudar a manter a paz. Pau lo parecia incitar problemas com os judeus em todos os lugares aonde ia. Mantendo-o na prisão. Félix deixou o cargo com boas relações com os judeus.

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