Interpretação de 2 Crônicas 4

Interpretação de 2 Crônicas 4

Interpretação de 2 Crônicas 4



2 Crônicas 4


4:1. O altar de bronze novo e maior era o primeiro objeto encontrado no átrio do templo, demonstrando que de Deus só se pode aproximar mediante o sacrifício, a morte substitutiva e testamentária de Cristo (Hb. 8:2, 3; 9:12).
2. O mar de fundição ensina a necessidade da pureza (Êx. 30:21), e aponta para a lavagem da regeneração e santificação em Cristo (Tito 3:5; Hb. 9:10). E um fio de trinta côvados era a meada de sua circunferência. Só aproximadamente, porque o diâmetro era de dez côvados.
3. Por baixo. Sob a borda havia figuras de bois. . . . por dez côvados. E.R.A. referência, caso não for um erro de copista aqui em Crônicas, deve ser para a forma arredondada da cabeça dos bois, porque em I Reis 7:24 lemos botões, E.R.C., isto é, em formato de abóbora. A E.R.A. usa o termo colocíntidas tanto em Crônicas como em I Reis.
5. Com portam três mil batos. A capacidade é grande demais para as dimensões. Talvez seja uma corrupção do texto de dois mil (I Reis 7:26), ou cerca de 90.720 litros (cons. II Cr. 2:10, observação). Este imenso reservatório, então, fornecia água para as dez pias menores sobre suas bases providas com rodas (vs. 6, 14; I Reis 7:27-39). A arqueologia confirma, pois estas últimas foram encontradas em escavações em Chipre (cons. as placas em Notes on the Hebrew Text of Kings, de C.F. Burney).
7. Comparados com o “candeeiro” do Tabernáculo, o Templo estava equipado com dez candeeiros que tinham a mesma forma, segundo fora ordenado. Simbolizavam a perfeição (sétuplos) com a qual a Igreja de Deus devia brilhar para Ele (Lv. 24:3), através do azeite do Espírito Santo (cons. Zc. 4:2-6). Parecem assim tipificar a luz e a verdade que deveriam brilhar no cristão (Mt. 5:14) através do sacerdócio ministerial de Cristo (Lv. 24:4; Jo. 8:12).
8. Dez mesas que substituíram aquela uma do Tabernáculo, embora pareça que apenas uma mesa era usada por vez para os pães da proposição (13:11; 29:18). As mesas simbolizavam a harmonia restabelecida e a comunhão permanente do crente com Deus (Lv. 24:8 ; cons. Êx. 24:11), e talvez fosse um sinal dessa comunhão mais íntima que existirá no Reino celestial e escatológico de Deus (Lc. 14:15).
9. O pátio dos sacerdotes e o pátio grande. Era uma ampliação do Tabernáculo com seu pátio único. A bem da eficiência construiu-se uma área interna e mais alta (mais visível), na qual os sacerdotes podiam realizar seus deveres sagrados (I Reis 6:36; Jr. 36:10). Essa distinção (cons. II Reis 23:12) expressou tangivelmente o fato que sob o Velho Testamento não existia ainda o sacerdócio universal dos crentes que viria quando mediante Cristo todos teriam acesso ao Pai (Jr. 31:34; Hb. 4:14-16).
11. Hirão. Não o rei, mas o mestre dos artífices (2:13,14).
12. Dois globos. Eram as partes inferiores dos capitéis, em forma de bolas cobertas com redes, sobre as quais erguiam-se as coroas como lírios desabrochados (I Reis 7:17-20).
16. Hirão-Abi. Veja 2:14, observações. De bronze purificado. Ou bronze polido.
17. Zeredá. Ou Zaretã (I Reis 7:46). Ficava a leste do Jordão e cerca de meio caminho entre a Galiléia e o Mar Morto. A terra barrenta era adequada para os grandes moldes de metal.
21. As flores serviam de ornamentos aos candeeiros (Êx. 25:33). 22. As portas eram de madeira de oliveira esculpida e revestida de ouro (3:7; I Reis 6:31-37). Protegia a entrada da casa, o lugar santo, e forneciam uma barreira, além do véu, para exclusão do Santo dos Santos (veja 3: 14, observação). 


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