segunda-feira, agosto 12, 2013

Hebreus 5:1-14 — Comentário de Matthew Henry


Hebreus 5:1-14 — Comentário de Matthew Henry

Hebreus 5

Comentário de Hebreus 5:1-10

O Sumo Sacerdote deve ser um homem, participe de nossa natureza. Isto demonstra que o homem havia pecado. Porque Deus não tolerará que o homem pecador vá a Ele o si mesmo. Mas é bem-vindo a Deus todo o que vá por meio deste Sumo Sacerdote; como valorizamos a aceitação com Deus, e o perdão, devemos recorrer por fé a este Cristo Jesus, a verdade, do dever e a felicidade; Aquele que tem a ternura para guiá-los de volta desde os desvios do erro, o pecado e a miséria. Somente podem esperar ajuda de Deus, sua aceitação, e sua presença e bênção para eles e seus serviços, os que são chamados por Deus. Isto se aplica a Cristo.

Nos dias de sua encarnação, Cristo se submeteu, Ele mesmo, à morte: teve fome; foi um Jesus tentado, sofredor e moribundo. Cristo deu o exemplo não somente de orar, senão de ser fervoroso para orar. Quantas orações secas, quão pouco umedecidas com lágrimas, oferecemos a Deus! Ele foi fortalecido para suportar o peso imenso do sofrimento carregado sobre Ele. Não há libertação real da morte senão ao ser levado através dela. Ele foi levantado e exaltado, e a Ele foi dado o poder de salvar até o sumo a todos os pecadores que vão a Deus por meio dEle.

Cristo nos deixou o exemplo para que nós aprendamos a obedecer humildemente a vontade de Deus em todas nossas aflições. Necessitamos da aflição para aprendermos a submissão. Sua obediência em nossa natureza nos estimula em nossas tentativas de obedecer e para que esperemos sustento e consolo em todas as tentações e sofrimentos a que estamos expostos. Sendo aperfeiçoado para esta grande obra, Ele é feito Autor de eterna salvação para todos os que lhe obedecem, porém, estamos nós dentro desse número?

Comentário de Hebreus 5:11-14

Os ouvintes surdos dificultam a pregação do evangelho e até os que têm algo de fé podem ser ouvintes surdos e lentos para crer. Muito se espera daqueles aos que muito lhes é dado. Ser pouco destro denota a falta de experiência nas coisas do Evangelho. A experiência cristã é um sentido, sabor ou prazer espiritual da bondade, doçura e excelência das verdades do evangelho. Nenhuma língua pode expressar a santificação que recebe a alma da sensação da bondade, graça e amor divinos em Cristo por ela.

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